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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Review: Arrow 3x11 - "Midnight City"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "Midnight City", exibido no dia 28/01/15.

maseo and tatsu 3x11

Oliver acordou no episódio passado, e aparentemente ele nem tinha morrido. Sinceramente, fez muito pouco sentido. A explicação da Tatsu foi pior ainda, dizendo que o frio ajudou ele a sobreviver. Ok, o frio pode ter ajudado a controlar o sangramento, mas certamente também teria dado uma grande hipotermia nele. Medicamente, não faz sentido nenhum o Oliver sobreviver, nem se Tatsu fosse a melhor médica no mundo, e acho que ela nem era nada. Fiquei bastante desapontada por uma conclusão tão desleixada para essa história toda.

Mas ok, não posso dizer que estou surpresa, já que tinha visto os escritores falarem que ele só tinha “se ferido” muito antes de ver o episódio. Só acho estranho como a Sara recebeu uma flechada e caiu de um prédio de dois andares e morreu na hora, não deu nem para chamar ambulância, aí o Oliver é transpassado por uma espada duas vezes, cai de um penhasco, fica jogado para morrer sem camisa na neve, e ainda assim vive sem muito problema... Se vai escrever algo que está errado, pelo menos seja consistente dentro do seu universo.

Bom, superemos isso, porque, acredite ou não, ainda estou na parte boa do episódio. Oliver sonhou com a Felicity, foi fofo, tiro minhas próprias conclusões de como Felicity iniciar o beijo no sonho indica que ele quer que ela tome iniciativa, mas vai ficar querendo porque vai ter que correr atrás dela agora. E esse foi o ponto alto desse episódio, pena que aconteceu no primeiro minuto.

Maseo, desculpa, Sarab resolve que vai voltar para a Liga, mesmo depois de ter ajudado o Oliver, foi só para pagar a dívida dele e pronto. A conversa com a Tatsu sobre culpa e luto – juntamente com o flashback que mostra como eles a resgataram – deixou bastante claro que o filho deles morreu, o que me deixou bem chateada porque matar criança é outro nível de maldade. Maseo e Tatsu são fofíssimos, e espero que ele deixe essa coisa de Sarab para trás e eles sejam felizes no final. Torcendo para eles sobreviverem à terceira temporada.

No fim, outros caras da Liga vêm e são mortos, e Maseo resolve voltar, deixando Tatsu e Oliver sozinhos. Agora semana que vem Oliver volta para casa, o mistério é para onde a Tatsu vai. Vem pra Starling também!

arrow midnight city

Enquanto isso, em Starling City, as coisas não vão nada bem. Team Arrow está meio desfeito, Laurel está saindo por aí vestida de Sara (mas vamos deixar isso para depois, porque tenho fortes opiniões) e não se dando muito bem nisso, mas Roy parece não ter abandonado seu casaco vermelho tão cedo. Eu gostei de ver Laurel interagindo com os outros membros do Team Arrow, esse foi um ponto bastante positivo do episódio, e provavelmente o único motivo pelo qual eles “”mataram”” o Oliver, já que foi bastante sem graça a morte dele por si só.

Brick ainda está a solta por aí, com sua super força e seu plano de conquistar o mundo os Glades. Para isso, ele invade uma reunião das pessoas importantes da cidade, que incluem Ray, Felicity, Quentin e Laurel, pelo o que parece, e sequestra alguns figurantes, que não são importantes para a gente, mas são para a cidade. Vemos Ray em ação pela primeira vez, e Laurel pela terceira, mas nenhum dos dois consegue ser muito bom nisso e salvar o resto.

Depois disso, temos algumas conversas. Uma entre o Ray e Felicity, em que ele até foi legalzinho, mas é tarde demais porque agora minha antipatia por ele é irredutível, mas ele diz que percebeu eu não deveria lutar para se vingar pela Anna, mas sim para proteger a Felicity. Fofo, mas eca. Não quero nada romântico acontecendo entre eles, agora ou nunca. Fui informada que aumentaram o contrato com o ator e agora ele só pode não aparecer por um episódio até o final da temporada. Só porque eu estava fazendo contagem regressiva para ele ir embora, o que eu fiz para merecer isso?

A segunda conversa é entre Felicity e Laurel, em que Felicity praticamente repete o que Ray disse para ela, mas foi bom porque elas conversaram. Por pior que a escrita da Laurel seja, infelizmente o número de mulheres nessa série é bem limitado, então quero que elas interajam o máximo possível e se tornem amigas. E podem trazer a Thea e Lyla para o grupo também. O resultado disso é que a Felicity acaba voltando para o Team Arrow. Não sei o que foi mais curto, sua demissão ou a morte do Oliver.

Com todos de volta no time e com o helicóptero do Ray, eles formam um plano e... Falham. Definitivamente, não acho que eles vão conseguir derrotar o Brick antes do Oliver chegar como eu queria. Eles tentaram, um homem morreu, não sei o que vão fazer agora. Em troca de todos os reféns, a polícia precisaria sair do Glades e abandonar toda a população de lá. Espero que ele não façam isso, mas não confio em políticos, pode ser que eles de fato concedam.

arrow 3x11 lance

Agora, vamos discutir o seguinte: a família Lance. O que está acontecendo ali? Eu mal posso acreditar no que vi nesse episódio. Será que todas as famílias dessa série precisam ser tão disfuncionais? Os escritores de Arrow devem ter sérios problemas familiares, porque não é possível que eles achem normal como essas famílias interagem aqui. Gente, PAREM DE MENTIR. Pelo amor de Deus, existe um limite! Eu não aguento mais!!!

Já estava errado a Laurel omitir a morte da Sara, para começar, fazer essa escolha pelo pai foi péssimo e eu critiquei assim que aconteceu. Mentir e fingir que estava tudo bem foi ainda pior. Mas nesse episódio eles conseguiram ultrapassar todos os limites existentes ao ponto do ridículo. Laurel vestiu a roupa de Canary e saiu por aí para todo mundo ver, incluindo seu pai, fazendo com que ele acreditasse que a Sara estava de volta na cidade. Ele vem questionar a Laurel sobre isso e, ao invés de, sei lá, contar a verdade (uma ideia realmente inusitada) ou pela menos só continuar desviando do assunto, ela resolve ir ainda mais a fundo na mentira e, com a ajuda da Felicity, ela finge ser a Sara. Produzindo a voz dela e tudo, e depois aparecendo na FRENTE DELE, vestida de Sara, realmente fazendo com que ele achasse que ela estava viva.

Isso é doentio.

Não vou nem entrar na discussão de quão errado é a Laurel literalmente assumir a identidade da irmã dela, seguindo os mesmos passos e tudo mais, isso não é honrar a memória da Sara, é roubar sua identidade. Mas o que realmente me deixa chocada é o Lance. Como vocês fazem isso com ele? Ela pretende fingir que é a Sara pelo resto da vida dela? Até mesmo a Laurel deve ter uma noção de que eventualmente a verdade vai ser revelada. Se ela estava preocupada com a saúde do pai, não deveria notar que isso tudo só vai tornar o choque ainda pior, porque ele agora acha que ela está viva enquanto antes estava preocupado? Essa é a pior ideia que eu já ouvi em toda história da televisão.

Não só é um desrespeito à Sara, é também a Quentin. Cadê a confiança nele? Ugh. Só não estou mais revoltada do que estava quando a Sara morreu. Os escritores conseguem fazer com que essa storyline da morte dela seja cada vez pior, fico até enjoada só de pensar que alguém escreveu isso e considerou uma boa ideia.

O Melhor:
+ Team Arrow interagindo
+ Conversa entre a Laurel e Felicity
+ Sonho do Oliver

O Pior:
- Malcolm podia ter contado toda verdade para a Thea logo. Alguma família pode funcionar à base de honestidade, por favor?
- Maseo e Tatsu </3
- Laurel mentindo pro Quentin. Preciso mesmo dizer?


Nota: 4,8

Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.

Review: Parks and Recreation 7x05 - "Gryzzlbox"/ 7x06 - "Save JJ's"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Gryzzlbox" e "Save JJ's", exibido no dia 27/01/2015!

beslie

É, agora sim, Parks and Rec! Voltaram com a bola toda e de vez. A dupla (de episódios) dessa semana foi divertida e ainda nos mostrou personagens como Pearl Harpley, o cara da empresa de perfumes e famosos da nossa querida Pawnee. Como é meio difícil dividir os episódios em um resenha só, vou simplesmente separar por partes da história e contar como se fosse um episódio único.

A série sempre é afiada nas críticas e paralelos à atualidade. E como um grande fato foi como várias informações foram liberadas e toda a história de espionagem através de emails que ocorreu nos Estados Unidos, o episódio traz isso. Gryzzlbox, a tal empresa concorrente de Leslie pelo terreno altamente disputado da cidade, é o centro das atenções. Depois de mandar uma caixa para cada cidadão com presentes bem pessoais (supernormal), Leslie e Ben percebem que a empresa pode estar invadindo a privacidade das pessoas de Pawnee. Depois de dividir suas suspeitas com Ron e Donna (conseguindo que ela ficasse a seu favor),  resolvem sair em uma investigação supersecreta e fazem uma visita à Gryzlbox para tentarem extrair informações. E como tudo tem que ser exagerado, os comentários do dono da empresa sobre seus métodos de obter informações pelas pessoas são ótimos. Afinal, quem se importaria de ter sua câmera do celular ligada 24h e ser observado o tempo todo?

A sessão com o público foi um tanto inusitada, como sempre, mas foi ótimo ver como, pela primeira vez, os cidadãos de Pawnee concordaram com Leslie quando ela lhes falou do que a Gryzzlbox estava fazendo.

Apesar de ter sido uma parte minúscula do episódio, gostei de ver que Leslie acompanha a vida dos trigêmeos mês a mês. É a cara dela, não acham? Assim conseguimos ver fotos deles em um scrapbook e ainda ganhamos de brinde uma foto do filho de Ron! (Não muito antes de ele destruí-la para segurança do filho, claro). Como sabem, o Ron é bem conservador quando o assunto é privacidade, e apesar de não ter dado muita bola no começo, quando ele recebe uma caixa com presentes da Gryzzlbox com presentes perfeitos para seu filho, ele entra em pé de guerra.

Não posso deixar de mencionar o papel do Ben nesse episódio. Ron, revisando o contrato da Gryzzlbox e seu wifi de graça para a cidade, percebe que Ben deixou passar um mini texto dando direito à empresa a pegar dados pessoais dos habitantes. Ice Town de novo, não é mesmo? Fiquei com tanta pena do Ben, ele que é sempre cuidadoso, principalmente para não cometer os mesmos erros do passado, deixou isso passar. Mas, felizmente, ele não é mesmo do passado e consegue dar a volta por cima, falando o quanto a empresa estava errada em embutir uma cláusula minúscula no contrato, ao invés de ser aberta com o público. Além disso, como Leslie disse, as pessoas deveriam reconhecer as coisas boas que Ben fez também, por mais que tivesse errado.

ron leslie

No entanto, nada funciona e Gryzzlbox acaba conseguindo comprar o terreno que Leslie queria para fazer um parque nacional. Então Leslie se volta para outra preocupação sua: JJ's, a lanchonete de seus waffles, irá fechar. Com toda sua vontade, ela tenta impedir que o cara dos perfumes, Dennis Freinstein, compre o JJ's. Infelizmente o plano não dá muito certo, mas, quando tudo parece perdido, Leslie tem uma ideia.

No final vemos que Ron e Leslie podiam estar meio fora de sintonia em seus 'high-fives', mas estavam em sintonia no espírito, como disse Leslie. Os dois conseguem se entender como ninguém e cinco dias depois vemos os resultados disso: um plano que salvaria a parte feia da cidade e ainda transformaria o terreno que Leslie tanto queria em um belo parque.

Mas e agora? Essa é a pergunta que eu faço. Será que teremos mais drama para esse parque ou será que Leslie terá novos desafios no trabalho?

Enquanto isso, temos mais uma edição do evento mais esperado do ano: Treat Yo Seeeeelf! Sim, Donna vai se casar e como presente Tom lhe dá um dia especial regado de tudo do bom e do melhor. E tem mais! Em Beverly Hills. Agora sim a coisa ficou chique. Sempre gostei da amizade deles e como são parecidos em vários sentidos, porque vamos combinar: só eles se entendem quando os assuntos são grifes e tendências. Porém, no meio de tudo isso, temos um "drama" na vida de Tom: ele convidou Lucy (depois de saber que ela terminou com o namorado) para ir como sua acompanhante no casamento de Donna. E por convidou eu quero dizer falou um monte de coisas confusas tentando não se mostrar interessado por ela, e só posso dizer que a cena foi engraçada. Gosto dos dois juntos e Lucy parece ser um bom par para o Tom, afinal, surpreendentemente, ela parece entendê-lo e eles parecem ter piadas internas o tempo todo.

treat yo self

Andy estava com tudo no 7x05/6. Ele fica viciado em ter um dirigível no plano da Leslie para salvar a lanchonete, Jonathan Karate aparece para salvar o dia e ainda quase perdemos um dos seus ninjas. Na primeira parte do episódio, acompanhamos Andy tentando ficar com os créditos do nome Johnny Karate, além de renegociar seu contrato. Já na segunda, Andy fica encarregado de intimidar Dennis Feinstein e promover um acordo para que o empresário desista de comprar o JJ's Diner. Assim, Andy faz bom uso de seus acompanhantes mirins e trajes de seu programa e vai atrás de Feinstein. Essas cenas são muito boas, com Andy usando todas as formas de persuasão de Jonathan Karate, o irmão mais velho e sério de Johnny.

Não podemos esquecer que em poucos minutos nosso querido Craig apareceu e ajudou April com sua autodescoberta. Quando ele pede para ela ajudar com os estagiários, ela acaba fazendo com que a estagiária se demita. E Craig, que está tentando controlar sua raiva, a enfrenta falando que teve um ótimo emprego, uma ótima tutora no departamento e que se não fosse por isso, ela estaria trabalhando um lugar qualquer. Além disso, ela não poderia negar nada disso, por mais que não saiba o que quer fazer agora. Ele pegou "pesado", mas nada como um choque de realidade para nossa April ver que não deveria culpar o seu estágio, estava insatisfeita porque ainda não se encontrou, mas isso não invalida todo o resto.

Achei que algumas coisas demorariam mais para ser resolvidas e acho que talvez estejam indo rápido demais. Por favor, não me entendam mal, queria tanto quanto vocês que a Leslie e o Ron se reconciliassem e que Tom fosse em um encontro com a Lucy. Mas achei que demorariam mais um pouco, sou só eu? Vai ver é porque os episódios são duplos agora.

Últimas temporadas são difíceis, como sabemos pelo mais recente exemplo de How i Met Your Mother. A pressão é grande e acho que Parks and Rec esteja nos trilhos, tudo se encaixando e Leslie sempre seguindo com os seus desafios, mas uma série tão boa quanto Parks é difícil se desapegar. As piadas são inteligentes, cheias de referências, além dos comentários sarcásticos e críticas à certas normas. Por que estou falando isso tudo? Sei lá, acho que quero expressar minha tristeza pelo fim da série, minha preocupação com o final, e minha alegria por ter acompanhado as pessoas de Pawnee.

parks and rec 7x06
"Star Wars é aquele [filme] que tem o menino feiticeiro?"
O melhor
Voldemort Putin
Andy confuso com as crianças ninjas foi o melhor.
Finalmente algo que todos na cidade apoiam Leslie.
Leslie e Ron finalmente em sintonia.
Ben e seu discurso contra a Gryzzlbox.
Craig ajudando April

O pior
Só eu que acho que a série está acabando muito rápido? Não sei se gostei de ter episódios duplos...

Nota 9,2

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Comecei a me envolver com os personagens de tal forma que só o tumblr faria haha. 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Promo da volta de Agents of SHIELD

Depois do surpreendente mid-season finale, a promo de AoS está aí! Temos muitos vislumbres do que está por vir e como tudo vai se desenrolar. Quero muito saber como irão lidar com os poderes da Skye. Afinal, assim como todos os super-heróis, ela não sabe o que está acontecendo nem o alcance de tudo que pode fazer.



Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Comecei a me envolver com os personagens de tal forma que só o tumblr faria haha. 

Mais uma confirmação no Ever After!



E quando menos esperávamos mais algum ator para vir no convenção de Once Upon a Time no Brasil, mais um é confirmado. E um dos grandes. Senhoras e senhores, receberemos no Rio o ator Colin O'Donoghue, conhecido por ser nosso querido Captain Hook (Capitão Gancho).

Segundo a divulgação do ingresso rápido, "algumas atividades será incluídas nos pacotes e atividades avulsas também serão vendidas. As vendas estão a todo vapor." As vendas das atividades com o ator começaram a ser vendidas ontem, então corram!

Além do ator, teremos Lana Parrilla (Regina), Sean McGuire (Robin Hood) e Rebecca Mader (Zelena) como já tinha sido divulgado.

"Fiquem calmos! Fiquem calmos!"











Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Comecei a me envolver com os personagens de tal forma que só o tumblr faria haha. 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Dica da Semana: "O Crítico"

Sinopse: Víctor Tellez (Rafael Spregelburd) é um crítico de cinema exigente e prestigiado que odeia comédias românticas e acredita que o melhor da sétima arte está no passado. Amargo e mal-humorado, ele procura um apartamento e conhece Sofía (Dolores Fonzi), bela e com gostos opostos aos seus. Tellez tenta, mas não consegue evitar que sua vida se transforme a partir de então em um romance clichê.

O Crítico é um filme do diretor Hernán Guerschuny. Embora tenha sido lançado ano passado, ele só chegou nas salas de cinema brasileiras agora em 2014.






Basicamente, é uma comédia romântica. E - momento sinceridade - eu não sou a maior fã de comédias românticas. Mas essa... Olha, eu adorei. Muito mesmo. Eu realmente me surpreendi! Para começo de conversa, o protagonista é um homem extremamente cínico quando o assunto é romance. E bastante cínico quanto à comédias românticas, também. Então é um pouco hilário ver como ele reage à sua vida se tornando uma comédia romântica. Ok, pouco não. Muito. É muito hilário. Eu me desfiz em risos.

Por sinal, o protagonista também é meio excêntrico. Isso se vê logo nos primeiros minutos de filme. Não estou brincando! Hahahha, vocês entenderão se verem o filme.

Certo, de volta à dica... Eu absolutamente totalmente recomendo que vocês, caros/as leitores/as, vejam ao filme, é sensacional. Entretanto, é possível que eu não tenha feito um bom trabalho ao tentar explicar o porquê de eu gostar dessa comédia romântica em particular.

Tentarei (mais uma vez) fazê-lo, porém, perdoem se eu falhar.

O Crítico... O que dizer? Bem, é uma comédia romântica bem diferente da maioria que eu já vi. A melhor forma de descrevê-la é como uma comédia romântica que segue um roteiro similar e ainda assim consegue se destacar de uma forma fenomenal de seus pares. Frase longa, mas verdadeira. À meu ver, pelo menos.

Então... Dica? Vejam. Sério, duvido que venham a se arrepender. 



Thaís Cabral - Estudante de Publicidade, pseudo-escritora, leitora compulsiva e chocólatra. Gosto de séries de TV (americanas e/ou britânicas), filmes e anime/mangá.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Review: Arrow 3x10 - "Left Behind"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "Left Behind", exibido no dia 21/01/15.

arrow 3x10

O mid-season finale terminou com um grande cliffhanger: Oliver morrendo. E depois de semanas lendo milhares de teorias e fanfics mostrando como ele sobrevive e como o resto reage, finalmente sabemos o que de fato acontece!

No início do episódio, Oliver está desaparecido há três dias, Dig e Roy estão preocupados, mas continuam o trabalho de vigilante, enquanto Felicity está em negação, agindo como se tudo estivesse normal. Foi interessante vermos o Team Arrow sem o Oliver para ofuscar o resto, dando mais espaço para Roy e Diggle se destacarem.

Somos introduzidos a um novo vilão – que deve ficar por alguns episódios, mas não é O vilão da temporada -, Brick, que eu fiquei achando que já tinha sido aparecido em Arrow e eu não conseguia lembrar quando, mas acabou que eu estava lembrando do ator em Elementary. Brick é bom de montar planos, e mais malvado do que os vilões da semana normais. Ele libertou alguns prisioneiros de Iron Heights, que estavam esperando por julgamento, e se livrou da evidência, para que assim eles não pudessem ser julgados. Nunca vi prisão tão fácil de fugir quanto Iron Heights, hein.

Por legal que ele seja como vilão, é inegável que todo mundo estava mais interessado na outra parte do episódio do que essa. Afinal, nós nem conhecemos esse Brick e sabemos que no fim ele vai ser preso, morto ou fugir mesmo. Não tem como prestar atenção quando outras coisas tão importantes estão acontecendo na vida dos nossos personagens preferidos. Dito isso, ainda estou levemente curiosa para saber o que ele vai fazer, qual exatamente é o plano dele para dominar os Glades (que fixação com o lugar, até parece que Starling City não tem outro bairro), e, mais importante, como vão vencê-lo sem o Oliver? Eu, pessoalmente, espero que o Team Arrow + Laurel + polícia consigam capturá-lo antes do Oliver voltar, só para mostrar que eles conseguem também. 

3x10 arrow felicity

Plot-b à parte, vamos ao que interessa: luto. Luto define o episódio, principalmente em relação à Felicity, podemos vê-la claramente passando pelos cinco estágios nesse único episódio, e eu simplesmente amo quando isso acontece. Emily merece todos os prêmios por esse episódio, porque ela totalmente roubou a cena de todo o resto que estava acontecendo. No início, a vemos se recusando a acreditar que Oliver não iria voltar, mesmo já tendo se passado alguns dias sem notícias. Mas nós vemos como Diggle e Roy não estão tão confiantes assim, e isso vai a afetando aos poucos, ela mesmo sabendo que, no fundo, está em negação.

Quando Malcolm Merlyn aparece – pela segunda vez – trazendo a espada que matou Oliver, é o ponto de divergência, em que Felicity é obrigada a aceitar que de fato Oliver está morto. Também podemos ver Felicity ir direto para a fase de raiva, descontando tudo no Merlyn, que merece algo muito pior do que ela gritar com ele. Campanha: Mate o Malcolm 2015, por favor, ela vem junto da campanha “Falem a verdade para a Thea 2015”. Senti falta de um tapa na cara do Malcolm, espero que a Thea esfaqueie ele ou algo assim quando descobrir tudo.

De volta para Felicity, também a vemos interagindo com o Ray. Surpreendentemente, eu gostei do modo que as cenas foram feitas. Felicity está um pouco receosa de ajudá-lo e, depois que aceita a morte de Oliver, ela toma a decisão de não ajudá-lo. Eu não acho que isso vá durar muito, e acredito que no fim ela vá acabar se juntando a Ray, mas por esse episódio achei que foi bastante apropriado o jeito como ela lidou. Também vi pela primeira vez o Ray sendo um pouco mais incisivo, cortando a Felicity quando ela começa a falar sobre a Anna, continuo não gostando muito dele (e por mim, ele pode ir feliz para uma spin-off própria e não voltar mais), mas senti que foi uma das cenas que ele soou mais real para mim. É claro que Felicity estava projetando sua própria relação com Oliver na fala dela sobre a Anna, e a fala dela foi muito mais sobre ela e Oliver do que Ray, porém esse momento serviu para nos mostrar um pouco mais sobre Ray também.

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Assim como ela não quer ajudar Ray a morrer, Felicity também não quer que Roy e Dig saiam feridos. Isso acaba causando um certo conflito entre eles, porque quando os dois estão tentando capturar Brick, Felicity fica com medo de eles morrerem e acaba deixando que os bandidos fugissem. E é claro que eles não ficaram nem um pouco felizes com isso, dizendo que queriam ter se arriscado e que ela não podia ter tomado essa decisão. Eu entendo totalmente o lado da Felicity, ela acabou de perder o Oliver, e eles dois são os melhores amigos dela que sobraram. Isso tudo leva Felicity a dizer a frase da promo “There’s no this without him” (Não tem isso sem ele), meio que marcando sua saída do Team Arrow. Foi bastante dramático, ela até desligou as luzes ao sair, deixando Dig e Roy no escuro, só para demonstrar como os escritores amam metáforas sobre luz.

Com Oliver morto e a Felicity não querendo participar disso sem ele, Roy e Dig ficam sem liderança, sem saber o que fazer. Diggle quer continuar fazendo o trabalho de Oliver, mas Roy tem suas questões, dizendo que é outra coisa fazer isso sabendo que o Oliver não vai voltar.

 É nesse momento que entra a Laurel, que foi finalmente escrita como merece nesse episódio. Se no início a vemos atuando como advogada, defendendo a justiça por meios legais, ao final do episódio temos o verdadeiro início de sua trajetória como Black Canary. Sim, continuo irritada com a morte da Sara e ainda acho que essa trajetória da Laurel poderia ser com a irmã viva, mas do jeito que aconteceu deu para ver toda a linha de pensamento da Laurel e fez sentido. Ela teve uma ótima conversa com Diggle, aproximando-se pela primeira vez dos outros personagens da série, e então notou que talvez ninguém mais fosse proteger a cidade. E é quando ela resolve vestir o figurino da Sara e ir para a rua buscando justiça.

Não acho que vá dar tudo certo, e espero que não dê mesmo, para ser mais realista, já que a Laurel só treinou por uns dois meses e olhe lá. Só espero que os episódios focados nela sejam melhores do que eu espero.

oliver arrow 3x10

Mas peraí, e o Oliver? Ele morreu mesmo?

Surpreendendo absolutamente ninguém, Oliver volta a vida no final do episódio. Eu honestamente esperava que ele fosse ficar inconsciente pelo menos até episódio que vem, então isso foi até uma surpresa. Acabou que quem resgatou o Oliver foi o Maseo, e o motivo está nos flashbacks, mais uma vez sendo realmente relevantes.

Em Hong Kong, Tatsu tinha sido sequestrada pela Chien Na Wei, e obviamente Waller não está se importando nem um pouco. Então Oliver resolve ele mesmo ajudar Maseo a encontrá-la, colocando GPS em um dos carinhas da Triad. Ao descobrir isso, Maseo diz que tem uma dívida com Oliver. Que foi paga agora.

De volta ao presente, Maseo leva Oliver para Tatsu, que ainda está viva, para que ela possa trazê-lo de volta à vida. Estou feliz que ela esteja viva, porque já estava achando que eles iam matá-la para criar uma backstory trágica para o Maseo, o que ia ser péssimo, mas agora imagino que o filho deles dois tenha morrido, levando o Maseo a entrar para a Liga.

Não foi explicado como ela trouxe Oliver de volta, espero que no próximo episódio a gente descubra mais. Também quero saber porque, se ele já acordou nesse episódio, ele não vai ligar para ninguém para avisar que está vivo. Será que ele vai sofrer efeitos colaterais da ressuscitação? Espero que não, mas não confio suficiente nos escritores para acreditar que eles não vão fazer isso.

O Melhor:
+ Diggle tendo falas!! Recebendo atenção e participando de verdade do episódio!!
+ Felicity passando pelos estágios de luto
+ Felicity se recusando a trabalhar com o Ray
+ Laurel como BC não foi tão ruim quanto poderia ser
+ Tatsu está viva!

O Pior:
- Por que ninguém contou a verdade para a Thea ainda?

Nota: 8,5

Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.

Review: Gotham 1x12 - "What the Little Bird Told Him"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "What the Little Bird Told Him", exibido no dia 19/01/2015!


Pois bem pessoas, primeira postagem do ano e sim, eu sei que vocês estão pensando "Ah, mas o primeiro episódio do ano de Gotham foi o 11º e não o 12º!". Calma, gafanhoto, vou te explicar. Simples, eu estava de férias, descansando e com MUITA preguiça de escrever sobre um episódio que foi ruim. Mas, pra não passar batido, resumirei em um parágrafo pra vocês a minha impressão de Rogue's Gallery.

Jim como segurança de Arkham. Ok. Minha ideia inicial (depois do mid-season) é que Gordon conseguiria aventuras legais com vilões mais fodas e etc. De certa forma, isso aconteceu neste episódio, porém não da maneira que eu esperava. Gruber fez "experimentos elétricos" nos prisioneiros de Arkham até conseguir o seu objetivo: manipular alguém. Gordon com o auxílio de Bullock investiga a situação, e descobrem Gruber mas não o capturam. Clichê de novela mexicana, na moral. Por falar em Bullock, o seu reencontro com Jim foi uma das duas coisas legais que ocorreram no episódio, porque a segunda foi a apresentação de uma personagem nova: dra. Thompkins. Ela não é aquele ESPETÁCULO de mulher, mas é linda. No mais, foi bem mediano o episódio 11. Nota? 6,5 está de bom tamanho.

Depois disso, eis que somos presenteados com What the Little Bird Told Him. Uma palavra define esse episódio: SENSACIONAL. Vou dividir a review em três partes. Comecemos.

Parte 1 - O Plano de Fish

Don Carmine Falcone está a pensar na vida enquanto passeia com a linda Liza. Ele oferece à ela uma oportunidade de vida, visto que com ele, ela não conseguirá evoluir. Achei legal da parte dele, pois apesar de tudo, sabemos que Falcone é um homem honrado. Ele se separa de Liza e logo após Fish a "sequestra". A nossa ruiva cafetina liga para Don e diz que entrará em contato com um intermediador. Com MUITA criatividade, a própria Fish liga e diz que "está sabendo" do sequestro de Liza. Carmine saca o plano revelando que já sabe de suas intenções. Assim, achei meio idiota da parte da Fish ela mesmo ligar. Cara, antes colocasse o Butch pra fazer isso, mas ela ligar ficou muito na cara. Fish diz que entregará Liza se Don desistir de todos os seus bens em Gotham. Em acordo, eles marcam um encontro dentro de uma hora.

O foco agora é Carmine. Temos um pouco do seu passado. Ao som de O Mio Babbino Caro de Maria Callas, é mostrado um parente (que acredito ser o pai dele) morto. Depois, vemos que ele realmente foi atingido com o "sequestro" de Liza. Zsasz ainda tenta convencê-lo a reagir contra Fish, mas o velho está abatido e prestes a desistir. Até que ele, Osvald Cobblepot, chega e salva a pátria. Cobblepot entrega Liza como espiã de Fish e Carmine fica realmente decepcionado. Achei sensacional isto ter acontecido, porque convenhamos, por mais que eu tenha torcido para tudo dar certo para a cafetina, Fish no poder não seria um boa coisa, visto que com Falcone, tudo está "em paz".

Na troca, Carmine diz a Fish que quer falar com Liza antes. Essa cena foi espetacular e triste ao mesmo tempo. Você vê nos olhos do velho a decepção e a raiva ocultas ali.Confirmando a verdade, ele mata Liza enforcada (fiquei com dó dela, antes fosse um tiro, tadinha) e diz que Fish o trouxe de volta à vida. Achei FODA. Me deixou na expectativa em saber como será seu comportamento daqui pra frente. Cobblepot entre em cena e simplemente, num tom totalmente irônico, diz: "Hello, FISH!". Que vilão filho da puta! Estou gostando, Oswald, estou gostando.

Parte 2 - James Worthington Gordon

No departamento policial, a capitã Sarah Essen está a mostrar o caso ocorrido em Arkham quando Gordon aparece e diz que o caso é seu. Ela discorda e pede que Gordon saia do departamento antes que o Comissário  o veja lá. Tarde demais. Bullock e Gordon são chamados na salinha do sermão. Foi bom ver Jim enfrentando o Comissário e Harvey travado sem ter o que fazer. Outro fato que gostei bastante no comportamento dele foi o blefe que jogou pra cima do Comissário sobre o plano de Gruber. Isto nos mostra que Jim está disposto a usar o que tiver para conseguir o que quer. Temos aí uma evolução no personagem, algo que me agrada muito. Chega de ser o bom samaritano, James, em Gotham, o negócio é jogar sujo mesmo. Devido ao blefe, o Comissário dá o prazo de 24h para acharem Jack Gruber e Aaron Danzig, ou então é rua pra nossa dupla dinâmica.

Eles começam pelo próximo ataque de Jack, um "amigo" que guardava seus brinquedinhos eletrônicos. Voltando ao departamento policial, eis que me aparece a gatinha dra. Thompkins. Ela passa a Jim um boneco no qual denuncia o próximo alvo de Jack: Maroni, que em meio à um almoço com Cobblepot e companhia, é atacado. Jim e Bullock chegam e conseguem apartar a situação, levando Maroni para o departamento policial.

Apesar disto, nada é difícil demais para Jack. Ele simplesmente nocauteia todos os policiais do departamento com uma descarga elétrica, exceto Jim que estava usando as botas recomendadas por Nygma (falarei dele mais adiante). Aaron, a mando de Jack, luta contra Jim (desarmado por um leve choque, foi ridículo, sério mesmo), mas não consegue detê-lo. Quando fica no 0x1 contra Gruber, Gordon simplesmente joga um copo com água em seu aparelho eletrônico e o vence. Sinceramente, só pode tá de brincadeira comigo né? Porra, Jack se mostrou um gênio da eletricidade nos dois episódios e não toma essa precaução de se molhar? Ah não. Fraquíssimo. Esperava mais.

Em suma, sobre Jim o que gostei realmente foi a sua reinserção no departamento como detetive. Acho que os roteiristas enxergaram depois de Rogue's Gallery que não dava pra manter Gordon como segurança de Arkham. Concordo e discordo. Se fosse continuar o nível do 11º episódio, tiraram nosso protagonista de lá na hora certinha. Porém, ainda acho que dava pra fazer algo legal com ele naquele hospício. Para finalizar essa parte, além do emprego de volta, como recompensa Gordon fica com a dra. Thompkins. Sinceramente, curti demais. O cara é foda, a Barbara (falarei dela mais adiante) marcando bobeira, tem que continuar a vida mesmo. Isso ae James Worthington Gordon! APROVADÍSSIMO!

Parte 3 - Coadjuvantes


Nygma, depois de uma despedida daquelas com Gordon não se mostra NEM UM POUCO emocionado com a volta de seu "herói". Ah não, por favor, não cometam uns furos desses! Na primeira vez que se direciona a Kringle, ele é tirado e novamente "mal tratado". Eu sei, é marco dos vilões de Gotham, terem sofrido algum tipo de bullying antes de serem realmente vilões. Mas poxa, o Batman é neném no seriado. Precisa dessa humilhação toda com o cara? Ele fala sobre uma charada deixada para que a senhorita descubra. Ela não dá moral e devolve o doce com uma bala. Gostei da referência ao inimigo futuro de Bruce Wayne. No segundo encontro dos dois, ele já faz as piadinhas nerds, totalmente falhas, mas ele consegue algo que, na minha opinião, é importante conseguir de uma mulher: o sorriso. Então é novamente despachado. Achei legal essa "moralzinha" que Kringle dá à ele. Coitado, ele merece, apesar dos apesares.

O segundo fato spin off do episódio é Barbara. Ela foi morar com os pais. Cara, meu Deus. O tratamento que ela recebe de seus pais quando chega, é muito frio. Sinal de que ela aprontou quando saiu de casa. Quando questionada sobre Gordon, ela diz que "está tudo bem" entre eles. Isso nos mostra que a intimidade da família não é muito boa. Apesar de Gordon agora "estar" com a Thompkins, ainda torço para que ele volte com Bárbara (desculpe dra., mas tenho fraqueza por loiras).

O último fato foi Maroni ouvir de Cobbepot, em um delirio, sobre os negócios com Falcone. Não acredito que ele se deixou levar por uma conversa tão fiada de Oswald. Maroni irá aprontar ali. Podem ter certeza!

O melhor
+ Oswald Cobblepot, vilão foda! Gosto de vilões e quero mais e mais filhadaputagem!
+ Jim Gordon reintegrado como detetive ao lado de Harvey e mais bruto do que nunca.
+ Jim e Thompkins
+ A pequena moral de Nygma com Kringle.

O pior
- Jack Gruber detido facilmente (com um copo de água, pqp)
- Os pais de Bárbara
- Cadê o Bruce Wayne? E a Cat?
- A morte de Liza

Nota: 8,5

Pedro Henrique Sales Viciado em séries, desenhos e quadrinhos da DC e Marvel. Gosta muito de jogos, trocando-os somente por um prato de macarrão/ copo de cerveja. 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Review: Parks and Recreation 7x03 - "William Henry Harrison"/ 7x04 - "Leslie and Ron"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "William Henry Harrison" e "Leslie and Ron", exibido no dia 20/01/2015!

parks and recreation 7x03























Review: The Flash 1x10 - "Revenge of the Rogues"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "Revenge of the Rogues", exibido no dia 20/01/15.

the flash captain cold heat wave

O hiatus acabou e The Flash está de volta! E ele não é o único, Captain Cold também resolveu retornar, dessa vez com um amigo, Mick, também conhecido como Heat Wave. Eles têm um plano de encurralar o Barry e, com suas máquinas de gelo e fogo, acabar com ele, para assim dominar o mundo, ou pelo menos Central City.

Infelizmente, Barry não colabora muito com o plano deles, porque está muito ocupado treinando para se tornar melhor que o Reverse Flash. Um pouco influenciado por dr. Wells, Barry resolve rever suas prioridades e deixar ajudar a polícia um pouco de lado. É claro que Joe não fica nem um pouco feliz com isso. O team Flash ajuda a polícia com alguns equipamentos, mas não contavam com o Heat Wave, então alguns policias acabam feriados, o que obviamente faz Barry repensar sua decisão.

Vendo que não estão conseguindo nada, os vilões da semana resolvem tomar atitudes mais drásticas e acabam sequestrando a Caitlin. Ela e Barry tiveram interações fofinhas nesse episódio, o que me faz ter alguns sentimentos sobre Snowbarry, mas acho que ainda tendo mais para Westallen.  Captain Cold entra em contato com Barry a partir da TV e eles marcam um encontro para lutar até a morte ou algo assim.

A grande questão de tudo isso era que Barry revelaria para o mundo inteiro que ele realmente existia, porque antes disso ele estava lutando escondido por aí e agora teriam vários policiais e pessoas assistindo. Será que ele estaria pronto para isso? A resposta é sim. Não sei quanta diferença isso faz na verdade, provavelmente não muita, porque sua identidade continua sendo secreta e ele vai continuar fazendo o que sempre fez. Mas, se tiver alguma mudança, descobriremos nos próximos episódios.

the flash 1x10

Barry vai para a luta, com a ajuda do resto do Team Flash pelos coms, mas mais importante ainda: ele recebe a ajuda de Eddie. Como sempre, ele continua sendo muito fofo, amo o Eddie, ainda estou aqui no aguardo para ver se vão fazê-lo virar o Reverse Flash ou não, mas continuo torcendo para que o deixem continuar sendo bonzinho e fofinho aqui. Quando ele vê que o Flash está em perigo, ele vai lá ajudar, quero Barry contando o segredo para ele, pls, mas sinto que vai ocorrer alguma briga entre eles depois que isso acontecer.

De qualquer forma, com a ajuda dos amigos, Barry consegue colocar Captain Cold e Heat Wave um contra o outro, literalmente, de forma que suas armas meio que se cancelassem e destruíssem uma a outra. E foi isso que aconteceu. Depois Barry se mandou e deixou Eddie para prender os caras.

Enquanto isso, Cisco e Joe encontraram a Caitlin e a salvaram, mas isso não foi dada quase nenhuma significância no episódio. Ok, teve uma bomba, mas durou o quê? Uns cinco segundos? Honestamente, esperava algo um pouco mais emocionante para um resgate.

Também tivemos, na plot-B do episódio, Barry e Iris se estranhando um pouco depois da declaração dele, mas em breve tudo voltará ao normal. Iris continua com o Eddie e se mudou para o apartamento dele, como ele havia pedido no episódio passado; e Barry, em compensação, resolveu se mudar de volta para a casa do Joe. Preciso dizer eu a relação parental entre os dois é a mais fofa, costumam ser minhas partes preferidas dos episódios.

O Melhor:
+ Barry se mudando para a casa do Joe
+ Eddie protegendo o Flash

O Pior:
- O episódio foi meio fraco, considerando que acabou de voltar do hiatus. Nada muito de diferente.


Nota: 7,5


Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Review: Castle 7x12 - "Private Eye Caramba!"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Private Eye Caramba!", exibido no dia 19/01/2015!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Dica da semana: Young Avengers (2013)

Hoje vou inovar nas minhas indicações e começar uma nova categoria delas: quadrinhos.

Depois de anos de enrolação, eu finalmente me rendi e resolvi começar a lê-los. A principal razão da minha demora é que eu não suporto ler coisas fora de ordem, o que é inevitável quando falamos sobre quadrinhos. Então se você quer começar a ler agora, supere isso, nunca vai dar para entender completamente todos os personagens e histórias, nem para ler absolutamente tudo. A não ser que você tenha muito tempo mesmo sobrando, o que não é meu caso, porque tenho muitos outros vícios que necessitam da minha atenção também.

Ok, ninguém está interessado na minha história pessoal e sim na dica, então vamos lá. Quando resolvi começar a ler – tirando por Arqueiro Verde que comecei só por Arrow mesmo -, fui direto para Marvel, porque amo os filmes. Mas o que eu realmente comecei, foi de personagens que eu ainda não conhecia tirando por vários comentários no tumblr: Young Avengers (ou Jovens Vingadores, mas eu li em inglês, então vou me referir pelos nomes em inglês).



Sinopse: 
O que nossos pais fizeram não importa. O que importa é o que nós fazemos. Alguém tem que salvar o mundo. Você é alguém. Faça as contas. Aclamado pelos críticos, a dupla Kieron Gillen e Jamie McKelvie reiventa o gibi de super-heróis adolescentes para o século 21 – unindo Wiccan, Hulkling e Kate “Hawkeye” Bishop com Kid Loki, Marvel Boy e Miss America. Sem pressão, né? Quando Wiccan comete um erro terrível que volta para atrapalhar todo mundo, é nossa deixa para cinco volumes de pânico hormonal. Cenas de luta! Identidades falsas! Muitos feels! Young Avengers é tão agora quanto o ar em seus pulmões e duas vezes mais vital.



Os Young Avengers foram introduzidos em 2005, mas eu vou falar aqui sobre o segundo volume, de 2013. Por quê? Porque foi o que eu li primeiro e o que eu gostei mais. Lembra o que eu tinha dito sobre ler coisas na ordem? Então. Ler fora de ordem não influencia muito, pela maior parte, claro que você receberá alguns spoilers do que aconteceu antes, mas nada que atrapalhe a leitura.

Nesse volume, a equipe é formada por Hulkling (Teddy), Wiccan (Billy), Hawkeye (Kate), Miss America (America), Marvel-Boy (Noh-Varr), e kid Loki. Os três primeiros já faziam parte do Young Avengers orginal, mas os outros três são introduzidos ao grupo nele. Mais tarde também se juntam a ele, Prodigy (David) e Speed (Tommy).

Todos os personagens são bastante novos (duh, Young Avengers), apesar de terem crescido desde o primeiro volume (não sei quanto tempo se passou, porque isso é meio confuso), acredito que tenham no máximo 21 anos, e isso torna talvez mais fácil de se conectar com os personagens. A história em si é interessante, Billy tentou usar seus poderes para ressuscitar a mãe do Teddy, mas isso acaba dando muito errado para todo mundo e eles não podem mais confiar em nenhum adulto. Outros assuntos também são desenvolvidos, como o relacionamento entre Billy e Teddy e o futuro do Billy, tudo enquanto eles também são perseguidos por um misterioso personagem vestido como Patriot e o Loki manipula todo mundo.

Mas o principal mesmo de Young Avengers é que é engraçado, lotado de referências e piadas. E os personagens são completamente adoráveis, me apeguei bastante a todos eles e, assim que acabei, fui direto ler o primeiro volume e todos os outros quadrinhos que eles apareciam. Minha preferida é a Kate (que também aparece em Hawkeye, com o Hawkeye original – Clint), mas todos os outros também conquistaram meu coração.



5 estrelas!


Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Review: Agent Carter 1x03 - "Time and Tide"

Atenção: a review abaixo contém spoilers do episódio "Time and Tide", exibido no dia 13/01/15.


agent carter chad michael murray

Não teve resenha dos dois primeiros episódios porque férias aconteceram e eu me atrasei. Mas caso tivesse, seria basicamente uma declaração do meu amor pela Peggy. Em apenas três episódios, Agent Carter já conseguiu conquistar meu coração e me deixar disposta a vender minha alma em troca de muitas temporadas.

Enquanto o SSR continua sua investigação contra o Howard, Peggy e Jarvis investigam paralelamente. Por mais que a Peggy seja de longe a melhor ali – desculpa, resto, mas não tem como negar -, utilizando-se do machismo e subestimação de seus colegas de trabalho, preciso admitir que os outros agentes também são capazes de fazer um trabalho decente, e logo acabam encontrando o dono da placa perdida – Jarvis. Sousa e Krzeminski (quem irei chamar apenas de Ray – a íntima – porque ficar digitando esse nome não vai rolar) aparecem sem convite na casa de Stark e levam Jarvis para ser interrogado.

As cenas de interrogação foram bastante difíceis de assistir, fiquei morrendo de peninha do Jarvis, mas logo Peggy aparece para salvar o dia, mesmo que para isso precise mais uma vez colocar a própria carreira na reta. Fiquei tão chateada que até pulei essa cena da segunda vez que eu assisti o episódio, não aguento ver broncas. O que você não faz pelos amigos, né, Peggy.

agent carter peggy

Mais do que provar que a capacidade dos outros agentes, essa storyline nos serviu para uma coisa: revelar um pouco da backstory do Jarvis. Aprendemos que ele foi acusado de traição – mas depois retiraram a acusação – e saiu do exército com “desonra” (tradução mal feita, mas deu para entender), o motivo, entretanto, foi bastante nobre, ele queria ajudar a futura esposa dele, Anna, que era uma judia em plena segunda guerra mundial e falsificou a assinatura do general chefe dele. Foi fofo, vai, nem chega a ser traição isso, que palavra forte.

 Peggy se finge de desinteressada, dando a chance para Jarvis contar por livre e espontânea vontade, mas, felizmente, ela é tão curiosa quanto eu e não aguentaria esperar até o próximo episódio, então acaba pressionando e descobrindo. O que eu realmente tiro dessa história é a) o Jarvis continua sendo muito fofo, e b) quero conhecer a Anna, só a voz não é o suficiente. Quero ela e Peggy interagindo, por favor. LADIES.

Depois de parecer incompetente para seus colegas de trabalho, Peggy resolve compensar isso resolvendo todo o caso. Ela vai na casa do Stark, descobre por onde os ladrões entraram/saíram, encontra um barco e a mercadoria roubada. A cena em que entre ela e Jarvis em que Peggy quer ligar para o SSR e dizer o que achou foi linda. Não é uma cena que tem muito destaque, mas eu pessoalmente achei poderosíssima, especialmente quando Peggy menciona que eles irão respeitá-la por isso, demonstrando como está a afetando ter que parecer menos competente do que realmente é e ser constantemente subestimada em seu trabalho. Infelizmente, Jarvis está certo e não daria certo contar a verdade, ela só seria acusada também.

Acaba que Jarvis liga anonimamente, com um péssimo sotaque americano para disfarçar a voz, e avisa Sousa sobre a descoberta. E isso não dá muito certo para eles, porque no fim o SSR continua culpando Howard. 

marvel's agent carter

O final do episódio não dá certo para ninguém, verdade seja dita. Peggy e Jarvis continuam na mesma, depois de toda essa investigação, Peggy continua sem ser respeitada – agora ainda menos – e Howard continua sendo acusado dos crimes. O pessoal que roubou perdeu algumas mercadorias. E o SSR ganhou a dica anônima e conseguiu recuperar os objetos, mas perdeu um de seus agentes: Ray. Como Peggy explica muito bem, eu não gostava dele e ele era babaca, mas ele morreu e agora devemos ficar tristes. Senti muito mais a perda da vizinha da Peggy, o que me leva a uma nota: a taxa de mortes por episódios na série anda bem alta, vamos tomar cuidado com isso. Não quero nenhum dos meus favoritos com nenhum arranhão, ok.

Por mais que eu desgoste de Ray e não esteja nem aí para sua morte, sinto que vai influenciar bastante os próximos episódios e o jeito que os detetives vão reagir quando descobrirem da ligação de Peggy com Howard. O clima ficou bem mais pesado lá no escritório deles.

Pelo menos podemos ver uma cena bem fofa entre Peggy e Angie, minhas duas preferidas, não consigo escolher. É claro que Angie não é o foco principal da série, mas sem dúvidas as cenas de Peggy fora do trabalho são umas das minhas preferidas, amo a amizade delas e quero todas as cenas.
O mais interessante de Agent Carter é que, por ser uma série “histórica”, nós já sabemos que tudo vai acabar relativamente bem. Sabemos que Peggy vai viver até o tempo real, que ela vai se casar em alguns anos no futuro, que Howard vai ser inocentado, continuar rico e, muitos anos depois, ter o Tony, e sabemos que eles dois vão fundar a SHIELD em breve. Eu mal posso esperar, hoje mesmo achei que a fala do Jarvis sobre eles precisarem se esconder nas sombras fosse uma referência a SHIELD, mas provavelmente é forçar demais. O que importa é que, mesmo sabendo de tudo isso, a série continua me deixando agoniada para saber como tudo mais se resolver e isso é o melhor que eu posso esperar de uma série.

O Melhor:
+ Absolutamente tudo.
+ Backstory do Jarvis
+ Peggy sendo demais e resolvendo tudo
+ Angie fofa.

O Pior:
- Parem de dar broncas na Peggy, pls


Nota: 9,5



Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.

 
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