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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Review: Once Upon a Time 6x06 - "Dark Waters"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Dark Waters", exibido no dia 30/10/2016!

once upon a time 6x06

Agora é a vez do Hook. Eu achava que o segredo ia durar mais, mas o fato do Hook ter escondido as facas" ('tesoura' seria um nome melhor?) da Emma logo se tornou a temática do 6x06. Quem descobre é Henry e aí que a coisa fica interessante. Não duvido que tivessem suas discordâncias, mas admito que achei meio estranho de repente o Henry não gostar do Killian tanto assim. O relacionamento deles sempre foi bem amigável, e pareceu um pouco repentino. Gostei de ver o foco nos dois no episódio. Por mais que Killian já tenha tido seus episódios e Henry também, explorar a relação dos dois foi uma ótima escolha. 


Tudo começa com a Evil Queen. Seu plano para o episódio é mexer com Killian e Henry, e assim desestabilizar a família de Emma. Com a ajuda da parte má da mãe, Henry se depara com o esconderijo de Killian para as "facas" e acaba transferindo toda sua desconfiança no pirata. Ele quer fazer o que a mãe pediu para o namorado, então vai direto para o porto. Hook até tenta explicar que só queria guardar algo que poderia salvar Emma, mas os dois são interrompidos pelo passado de Killian. 

Capitão Nemo entra em cena nos flashbacks. Não, não tem nada a ver com o Marlin ou a Dory. O personagem é oriundo dos livros Vinte Mil Léguas Submarinas e Ilha Misteriosa. É o comandante de um submarino frustado com a sociedade que perdeu sua mulher e filhos, mas está sempre a favor dos oprimidos. O capitão conheceu Killian em uma de suas jornadas. Ok, ele raptou o Hook. Sinceramente não entendi muito bem porque ele precisava da ajuda especifica de Hook para ir numa missão, mas ele o faz e Killian só tem opção: obedecer. O capitão não para te falar o quanto quer ajudar Killian a se livrar de seu desejo por vingança quanto à Rumple. Apesar de Hook não acreditar - e nem eu no começo -, no final das contas, vemos que seus motivos são realmente nobres.

once upon a time 6x06

A pequena aventura que têm juntos é um sucesso, apesar de umas complicações. O prêmio? Um baú com uma chave, a chave para a Ilha Misteriosa do livro. Até aí nada muito relevante. O capitão e sua equipe querem começar de novo, Killian por um momento excita. Hook tem muitas mágoas e, uma delas foi ter matado seu pai da maneira que fez. Deixar seu irmão mais novo órfão não foi seu momento mais glorioso. Ele se sente culpado e, quando menos espera, encontra as consequências do que fez. Um dos integrantes do submarino é Liam e ele está atrás de vingança. Como ele descobre ninguém sabe, mas ele vai atrás de Hook antes que possa fugir dali. No entanto, quem se dá mal é Nemo, que entra no meio da briga e acaba seriamente ferido. 

Enquanto isso, a própria confusão está em Storybrooke. Henry e Hook estão presos no submarino. Henry fala algumas coisas bem dolorosas para o pirata, enquanto Killian tenta se desculpar. Ter uma família nunca foi algo fácil para Hook. Ele tentou com o pai, falhou. Tentou com Mila, falhou. E, agora, quando finalmente parece ter uma, com pessoas que se importam com ele, ele tem medo de perdê-la. Ele se importa com Henry mais do que admite. Não só porque ama Emma, mas talvez porque ver um menino sem o pai o lembre dele mesmo. E ele resolve realmente se abrir com Henry e tenta salvá-lo dali, até que o irmão aparece de novo. Liam conta que Nemo foi parar na Terra das Histórias Não-Contadas (ou foram todos?) e está prestes a matar Hook quando Henry aparece e o distrai para Killian o deixar inconsciente. 

No final, o episódio traz uma ótima mensagem. Apesar de tudo, Killian encontrou sim uma família. Ele vê Henry quase como um filho e, claro nunca vai substituir o pai do garoto - nem quer -, mas Henry percebe as boas intenções de Hook. Além disso, Liam reencontra Nemo, um homem que foi quase um pai para ele por muito tempo. Apesar de todo o ódio e vingança que envolveu o passado dos irmãos, eles conseguiram transformar o que tinham no melhor possível. Como sempre a série nos apresenta a todos os tipos de famílias e dessa vez não poderia ser diferente.

once upon a time 6x06

Por falar em vinganças mal acabadas, a Evil Queen finalmente decide que quer voltar a sua antiga missão: matar Snow. Enquanto ela troca as "facas" (sim, não ficaram longe por muito tempo) pela ajuda de Rumple na missão, Snow ajuda Belle a decidir se inclui ou não Rumple na criação do filho. Um paralelo interessante. Depois desse tempo todo, a Rainha finalmente percebe que a família dos Charming-Mills não vai se desmanchar tão facilmente e deveria ter um objetivo mais claro. Seus pequenos jogos foram só se dissolvendo e agora ela vai direto ao ponto. Bom, mais ou menos, já que o próximo episódio parece trazer mais um jogo mental - agora colocando a vida de Snow na linha.

Uma coisa que me deixou intrigada é que Rumple quer usar as "facas" na Belle e no filho, mas jurava que elas só poderiam ser usadas para extinguir a mágica de alguém. Isso significa que funciona para quê exatamente? O que ele pretende fazer com eles?

Por fim, Emma tem seu mini plot acontecendo, já que a história de Aladdin e Jasmin não está resolvida completamente ainda. Dando continuidade a sua aceitação quanto às consequências negativas de ser a Salvadora, Emma vai atrás de Aladdin ajudá-lo com o mesmo fato. Não, ele não tem mais seus poderes, mas ainda assim Jasmin quer que ele ajude Agrabah. Ele não se sente como herói nem um pouco, ainda mais depois de ter decepcionado à todos acabando com seus poderes. No entanto, Emma se abre e dá um conselho bem simples: enfrente, não corra do desafio. É difícil, mas, se você quer mesmo ajudar e se redimir, você precisa tentar. O que não esperávamos era que Jasmin revelasse que Agrabah sumiu do mapa. Aguardemos os próximos capítulos. 


O melhor
Killian espantado com o submarino, lol.
O desenvolvimento da relação entre Hook e Henry.
Gostei da ideia dos escritores de fazer a Ilha Misteriosa e a Terra das Histórias Não-Contadas serem o mesmo lugar.
Reviravolta na história de Killian e Nemo.
Emma conversando sobre suas inseguranças com Aladdin.

O pior
Não consigo ver a Regina (ok, Evil Queen) e o Rumple juntos, não dá.
Algumas inconsistências aqui e ali.

Nota 8,8

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Estou sempre à procura de mais uma série, afinal nunca é demais.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Review: Arrow 5x04 - "Penance"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers de "Penance", exibido no dia 26/10/16.

arrow penance

Não sei muito o que pensar sobre esse episódio, não teve nada de muito gritante que eu não tenha gostado, mas algo não me bateu bem. Refletindo sobre o assunto cheguei à conclusão que Arrow no momento tem dois grandes problemas, um que eles estão com um número absurdo de personagens, e o segundo ponto não é nada novo e sim um problema que eles têm desde sempre: eles fazem os personagens se encaixarem nos enredos e não os enredos se adaptarem aos personagens. É algo que, na minha opinião, torna tudo muito pior. Mas vamos lá desenvolver o porquê de eu ter me sentido assim nesse episódio específico.

Começamos com o Team Arrow todo junto, tentando combater o mal na cidade e tudo mais. Mais uma vez, Rene comete um erro e leva uma bronca de Oliver, e logo todos são dispensados por alguns dias. O motivo, entretanto, não é o erro de Rene e sim que Oliver está pretendendo salvar o Digg. Eles até tentam impedir o Oliver, mas aprendem rapidamente que não estão nem peeerto do nível do Oliver.´

Sem Oliver, cabe ao resto do grupo cuidar da cidade, o que já fica claro que não vai dar certo desde o início porque os vigilantes novos são bebês. Tobias Church deu muita sorte e seu plano coincidiu quando Oliver está fora da cidade. Ele deixou que seus capangas fossem pegos no início do episódio, apreendendo uma tecnologia que o deu acesso a vários materiais em custódia. Ele acaba envolvendo o Quentin e o Adrian Chase – novo DA – nisso, e só é relevante mesmo porque vemos o início da trajetória do Chase.

Felicity fica na liderança do grupo e, depois que consegue descobrir que Church pretende invadir o lugar onde o DA está interrogando o preso, ou algo assim tanto faz, ela reúne o grupo de vigilantes e os manda para lá. Até mesmo Rory, que tinha brevemente saído, volta no final. Mas todos eles vão sem Oliver até o lugar e até que dá certo por um tempo, eles conseguem invadir e derrotar várias pessoas, mas Church acaba os encurralando e Rene fica para trás para poder deixar que os outros fugissem.

Grande parte do episódio foi gasta nos vigilantes novos, nada contra eles, mas o problema é que eles são muitos e tenho certeza que pelo menos um morre ou sai depois do meio da temporada. Um candidato é Rene, que desde que chegou está causando problemas e já recebeu muito mais foco do que os outros novatos. Eu estou gostando dele, mas às vezes chega a ser um pouco irritante. Veremos o que vai acontecer depois que ele for resgatado no episódio que vem.

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Quanto aos outros membros mais novos, Curtis nós já conhecíamos, então eu entendo que ele não receba uma atenção maior no momento, mas gostaria de eventualmente ouvir sobre o marido dele, afinal imagino que ele não saiba sobre o Team Arrow. Já Evelyn é a que nós menos sabemos sobre e ela está quase irrelevante até o momento, mal tem falas, e me incomoda muito o fato de ela aparentemente ser menor de 18 anos. Gente, quem vai se responsabilizar caso algo aconteça com ela? Isso não está certo.

Por fim, temos Rory, que seguido de Rene é o que mais tem recebido atenção, mas isso se deve muito mais por sua participação na história da Felicity. Episódio passado, ela resolveu contar a verdade para Rory sobre sua participação em Havenrock e Rory nem falou nada, só foi embora. Agora, ele desapareceu mesmo e só aparece para dizer para o Oliver que não vai mais poder participar, porque, apesar de não culpar a Felicity, não consegue olhar para a cara dela sem lembrar. Só acho estranho que ele nem TENTOU olhar para a Felicity depois que ele descobriu, então como sabe que não consegue?

Fiquei um pouco triste que nem deram tempo do Oliver e da Felicity conversarem sobre o assunto, mas pelo menos pudemos vê-la falando um pouco com o Curtis. Ele incentiva Felicity a ir falar com Rory sobre o assunto, mas Felicity se culpa pelo acontecido e entende o porquê do Rory não querer trabalhar com ela, alegando que não tem nada que ela possa fazer para tornar a situação melhor.

É só quando a situação fica mais complicada é que Felicity vai falar com Rory, porque o Team Arrow poderia utilizar muito a ajuda dele – considerando que ele tem aquela roupa quase invencível -, principalmente agora que o Oliver não está ali. A cena da conversa entre os dois foi ótima, em que a Felicity falou sobre como ela também é lembrada do que aconteceu quando olha para ele e que Havenrock vai ser o legado que ela vai deixar no mundo, mas tudo o que ela pode fazer é continuar trabalhando para salvar a cidade, e aconselha que o Rory faça o mesmo. É claro que no fim ele acaba seguindo o conselho, e se junta aos outros para derrotar Church. Só preciso notar que as habilidades dele estão sendo muito pouco utilizadas, já que ele é bem mais poderoso que o resto.

No fim, Rory tem outra cena ótima com Felicity em que ele diz que os dois podem cuidar um do outro para não se sentirem muito culpados por tudo. Achei legal, mas sinto que a história do Rory se encerrou por aqui. Não consigo vê-lo se encaixando na equipe a longo prazo, então ele provavelmente vai sair depois que tenha se passado um tempo e Felicity já tenha seguido em frente de Havenrock.

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Mas vamos para o que REALMENTE importa: Diggle. Todos sabemos que ele está preso e não quer sair porque acha que merece ser punido, mas Lyla não concorda com isso e convoca Oliver para ajudar.

Logo no início do episódio, vemos um confronto com Felicity, que não concorda com tirarem Digg de uma prisão, principalmente se ele não quer. Para mim, eles não explicaram suficientemente bem porque a Felicity tem essa opinião e, para mim, parece que já há um tempo eles estão diminuindo a amizade do John e da Felicity. Os dois tiveram poucas interações temporada passada e agora a Felicity age como se não fosse um dos melhores amigos dela. Eu acho que eles estão fazendo isso só porque precisavam fazer essa divisão, e deixar a Felicity com o resto do grupo, o que foi o que eu quis dizer na minha crítica no início da review.

Oliver e Felicity brigam um pouco por causa disso, o que causa Felicity a mandar o resto da equipe tentar impedir Oliver de ir, mas não dá certo. No fim, é claro que Oliver acaba indo, porque é o Digg. Só quero dizer que realmente não é um plano bom a longo prazo, concordo com a Felicity aí, era mais fácil acharem maneiras legais de se combater essa acusação, mas Arrow é Arrow e precisava disso porque, convenhamos, essas cenas foram bem maneiras.

Oliver se infiltrou na prisão, enquanto Lyla comandava tudo e se preparava para a extração. As cenas do Oliver entrando foram bem legais e adoro vê-lo em ação sem estar com uniforme de Green Arrow. Acaba nem sendo TÃO difícil assim se infiltrar, e com os esquemas e habilidades do Oliver, logo ele está na mesma cela que o John, e consegue convencê-lo com uma pequena chantagem, dizendo que ele não vai sair e vai acabar sendo preso também se o Digg não seguir com o plano, e também com um discurso fofo. Oliver diz que existem outros jeitos de penitência e que ele pode se redimir através do trabalho em Star City e não na prisão.

Digg tem um certo conflito moral como sempre, mas acaba se convencendo e vai. Eu achei ótimo, quase comecei a discursar aqui sobre prisão e punição, Diggle devia ler Foucault e perceber como prisão é um sistema muito falho de qualquer forma.

Quero ver como é que eles vão resolver essa questão do Diggle agora, já que ele é um fugitivo. Mas mais do que isso: quero ver Diggle e Felicity realmente interagindo, por favor, né.

O Melhor:
+ Digg de volta!!!!!
+ Oliver e Digg, melhor amizade, beijos
+ Cenas da prisão foram legais
+ The apoiando o Quentin no final
+ Cenas entre Felicity e Rory
+ Tô surpreendentemente interessada nos flashbacks

O Pior:
- Estou gostando do cabelo do Oliver nos flashbacks. E NÃO, isso não é um ponto positivo, porque não queria gostar. Quem eu me tornei.
- Ignoraram amizade entre Digg e Felicity
- Episódio MUITO cheio de personagens
- PAREM de mencionar o John Jr. pelo nome, me deixem fingir que é a baby Sara ainda. Simplesmente parem!!


Nota: 7,8


Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.




Review: Agents of SHIELD 4x05 - "Lockup"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Lockup", exibido no dia 25/10/2016!

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E a fantasma Lucy ataca novamente. A procura do livro, ela vai atrás do marido, Joseph. Se vocês acham que teria "oi, te amo, saudades", a mulher foi direto ao ponto e perguntou para o marido a localização do Livro, também conhecido como Darkhold e Livro dos Pecados. Anos atrás eles haviam encontrado o livro em uma casa abandonada e, apesar de ainda não sabermos exatamente a procedência do livro ou o que faz, sabemos de uma coisa: ele se adapta ao leitor, quase como se pudesse lê-lo. Assim, o livro aparece em inglês para um e em alemão para outro, dependendo da língua materna. 

Apesar de parecer que a missão do episódio será encontrar o livro, o foco é outro. Lucy consegue a informação muito facilmente, assim como encontrar é igualmente fácil. No entanto, ela perde a conexão com ele e não consegue ler, tendo em vista que é uma fantasma. O próximo passo então é arranjar alguém que entenda o livro e consiga tocá-lo: Eli. E, na coincidência da televisão, Coulson e seu time pensam na mesma coisa. Depois da morte de Joseph, o time decide ir atrás de Eli e colocá-lo sob custódia da Shield para protegê-lo. O que parece ser fácil, claramente se dificulta. E muito. 

Quando chegam na cadeia, Coulson e May não demoram para ser atacados pelos guardas e basicamente todos responsáveis pela cadeia que foram recém-infectados por Lucy. Fiquei pensando uma coisa: se eles foram infectados, não deveriam atacar só o Coulson e a May, mas uns aos outros também, não? Ou será que o efeito macabro só funciona para quem não está tendo a ilusão? Isso faz sentido? Quero entender a lógica. 

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O fato é que estão em perigo, o que coloca Eli em perigo. Por isso, Mack cria dois times: um seu com Robbie e Daisy com mais dois agentes da Shield. Dica: acho que podiam ter feito times maiores, não? O importante é que cada um tem sua missão. Enquanto Mack e Robbie vão atrás de Eli, Daisy e o resto vão salvar Coulson e May. A última parte é fácil, o difícil é controlar o caos dentro da prisão. Os detentos saem das celas, Fitz precisa abrir todas as portas e o time ainda percebe que a maioria dos prisioneiros são watchdogs (pequena, mas alguma progressão com eles - agora sabemos que são recrutados ali). 

Apesar de estar com o time, Daisy tenta não se integrar. Ela ainda não está bem para usar seus poderes e precisa se manter como agente comum. Li uma teoria que dizia como Daisy, apesar de controlar melhor seus poderes, está tendo problemas de novo por causa de seu estado emocional. É bem possível. Gosto como a série está abordando isso, afinal, não é só aprender a usar os poderes e pronto, essas coisas podem ir e vir. Daisy coloca toda responsabilidade sobre ela mesma, o que a faz deixar Phil e May saírem da prisão e ficar para lutar contra os detentos. Apesar de adorar todas as cenas de luta da Daisy, ela acaba sendo vencida pela quantidade. E eis que May e Coulson aparecem de novo e dão uma mãozinha! Daisy pode querer ficar sozinha no mundo, mas eles ainda são um time e se ajudam. 

Já Robbie está tendo suas dificuldades, junto com Mack. No meio da confusão, nosso rei do machado levanta um ponto bem interessante. Por mais que pareça que Robbie escolhe suas vítimas e sabe usar seus 'poderes' como ninguém, o controle não é total. Ele faz parecer fácil, mas por mais que queira deixar passar, a vingança que tem dentro de si fala mais alto - aliás, é esse fato que acaba atrapalhando o plano de vez. Robbie encontra mais um membro da gangue que coordenou um ataque a ele e o irmão - o que levou Gabe a usar cadeira de rodas -, e, apesar do mais importante ser levar seu tio para fora da prisão em segurança, ele vai atrás do cara e seu tio é sequestrado por Lucy. Tudo por água a baixo. Só não digo que foi tudo à toa porque podemos levar muitas descobertas do episódio dessa semana. 

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Por fim, temos uma ótima cena entre May e Daisy. Melinda, exatamente por ser durona, sabe muito bem a tática que Daisy está usando para se afastar e resolve dar um toque na Quake: não dá certo. Poderíamos achar que ela falaria algo sobre sua ligação com o time, mas a verdade é bem simples: Coulson simplesmente não vai a deixar escapar tão facilmente. Ele se importa. Talvez ela não queira, mas já era. Os dois criaram uma ótima relação ao longos dessas temporadas. Um se preocupa com o outro, confia, ensina e aprende. Por mais que Daisy queira fugir disso, não tem como negar que ela tem pessoas que se importam com ela - e isso não vale só para o Coulson. *desce uma lágrima no rosto*

O que leva a outro assunto importante. Antes da confusão toda, Coulson tenta fazer May se abrir quanto a sua experiência de morte, já que têm isso em comum. Ela se desvia, parece distraída, mas nada além disso. Até que ela fala que viu Phil enquanto estava morta. HA. O que fazemos com essa informação? Achei que ela iria se abrir com Daisy, mas infelizmente nada é tão fácil. Não duvido que Coulson vai deixar essa passar tão fácil, mas, depois da conversa dela com Daisy, podemos tirar uma conclusão. Assim como ele não desiste da Daisy, ele não desiste de May. O que significa que quando estava a ponto de desistir e talvez parar de querer viver, Coulson estava ali para trazê-la de volta. 

Enquanto isso, por fim, temos Simmons e seu teste no polígrafo para nos deixar apreensivos. Jemma está preocupada e, apesar de ter parecido bem com a descoberta de Aida, ela não está muito feliz com Fitz no momento. Uma mentira, por mais que tenha sido bem intencionada, ainda é uma mentira. No entanto, não entramos muito nesse mérito, afinal ela tem um problema maior a frente com o tal teste. Tadinha, ela até tenta mentir, mas logo o programa percebe algo estranho. Felizmente, ela consegue uma missão que acaba a dando uma ideia brilhante. Mace precisa de Jemma para ajudá-lo no debate com a Senadora Nadeer. E, no meio da confusão, quando o Diretor revela ser inumano e sobre Viena, Jemma percebe que ele mente - o que a dá uma grande vantagem com o chefe e ela logo o deixa saber disso. Maravilhosa. 


O melhor
Jemma maravilhosa usando as mentiras de Mace contra ele mesmo.
May indo atrás de Daisy para conversar.
Mack começando a se relacionar com Robbie.
Desenvolvimento nos poderes de Robbie e seu passado. Será que seu pacto com o diabo tem a ver com Gabe ter sobrevivido ao ataque?

O pior
Daisy sofrendo corta o meu coração. Quero a Daisy reunida para valer com time, por favor.
Como funciona essa infecção dos fantasmas? Talvez haja inconsistências.
Nos quadrinhos, o Jeffrey é um Capitão América da vida. Será que ele é realmente um inumano na série? E aquela história de Viena? Ainda não confio nele.

Nota 8,7

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Estou sempre à procura de mais uma série, afinal nunca é demais.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Review: Supergirl 2x03 - "Welcome to Earth"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Welcome to Earth", exibido no dia 24/10/2016!


supergirl 2x03

Hoje aprendemos sobre minorias e devo dizer que foi incrível. Quando a presidente aparece em National City para aprovar uma lei que dará chance aos aliens se tornarem cidadãos americanos, a discussão sobre preconceitos se torna o foco do episódio. Com o momento que os Estados Unidos está vivendo com um candidato presidencial intolerante, acho bem justo que queiram falar sobre isso. Uma presidente apoiando os aliens e incentivando a confiança? Foi uma boa forma de começar o dia. Não só isso, como o episódio amplia a discussão para falar sobre imigrantes, refugiados, negros, gays, lésbicas e o que mais quiserem. Além disso, ainda tivemos algumas reviravoltas e alguns personagens novos que devem ficar com a gente por um tempo. 

Vamos começar pela presidente maravilhosa? Vamos. Antes de mais nada, é sempre bom lembrar que é interpretada pela eterna Mulher Maravilha dos filmes, o que já dá nos faz simpatizar com a personagem. Kara, no entanto, não só gosta da presidente como é sua fã número um. Do jeitinho meio desajeitado dela, ela fica super empolgada quando sabe que vai conhecê-la. Vamos combinar que ter mais uma mulher poderosa nessa série nunca é demais. Sinto que Kara a vê como um modelo a ser seguido, ainda mais por parecer ser tão a favor dos aliens. 

A presidente parece ser bem sincera quando diz que quer que todos tenham os mesmos direitos, ainda mais com suas frases de efeito maravilhosas que deixam Kara de queixo caído. "Se é esperança não pode ser falsa." Quem for escrever um livro, cita essa mulher, por favor. Admito, estava duvidando que era tudo esse mar de flores, fiquei achando que ela ia voltar atrás na lei ou coisa do tipo... E realmente no final, bom, todos têm seus segredos, e isso inclui a presidente. 

O fato é que a presidente está em risco. Assim que chega alguém logo a ataca com várias bolas de fogo, mas, felizmente, nossa Supergirl está lá para salvá-la. O primeiro suspeito, claro, é o alienígena que fugiu do DEO. Lembra do nosso visitante desacordado que chegou na nave kriptoniana? Pois é. O cara acorda um tanto atordoado e cheio de poderes. Não é à toa que a única coisa que pensa na hora é fugir dali e, com Kara desacordada, ele consegue. Demora um pouco para encontrá-lo, mas, com muitas idas e vindas, conseguem encontrá-lo. Depois de descobrir um bar underground para aliens, Alex consegue as pistas certas para descobrir que o cara misterioso está tentando mandar um sinal de satélite para seu planeta de origem, que é Daxam

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Pois é, não só ele não era kryptoniano como é de um planeta rival, o que torna as coisas um tanto problemáticas para Kara. Nossa Supergirl não dá nem chance para ele se explicar. A rivalidade de séculos, provavelmente, sobe a cabeça dos dois e simplesmente não chegam a lugar nenhum. Kara deduz que ele atacou a presidente e ele nega, mas não a leva a sério. Só depois de ficar claro que ele não era culpado é que ela percebe que tinha tantos preconceitos entranhados que nem sequer conseguiu o dar o benefício da dúvida. No final das contas, ela pede desculpas, afinal os dois são iguais ali e poderiam se ajudar, como ela tinha prometido antes dessa confusão toda. Então, prazer, conheçam Mon-El. Não sei vocês, mas quero muito ver essa dupla. Vai ser legal ver como ele se adaptará e vai lidar com a notícia de que seu planeta morreu. Se para a Kara já é difícil tendo crescido aqui, imagina para ele.

Nesse meio do caminho, Alex conhece Maggie Sawyer, uma detetive que trabalha com aliens e a apresenta ao tal bar. Como um belo exemplo, ela fala o quanto se identifica com eles já que não é branca ou hétero, e sabe como é sofrer por ser diferente. Simplesmente adorei esses paralelos. Assim como Kara, Alex também percebe que tinha seus preconceitos. Por mais que tenha uma irmã de outro planeta, ela passou tanto tempo lutando contra eles que já os vê como ameaças de cara. No próprio começo do episódio, temos Hank falando como, além de ser um Marciano, não é nada fácil ser um negro. Quando você se revela para os outros, você está se expondo e tendo que lidar com preconceitos - o que não deve ser nada fácil. Aliás, essa é uma das preocupações dele quanto à nova lei. Por mais que traga esperança, deixa as pessoas em uma posição perigosa. Pessoas ruins de outros planetas podem se aproveitar da bondade da presidente, assim como alguns humanos podem excluir ainda mais os aliens. Uma situação delicada, para dizer o mínimo. 

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Além disso, o próprio bar é bem representativo. Se formos parar para pensar, apesar de parecer o contrário, faz bastante sentido não existirem só os aliens que aparecem como vilões ou heróis, não é mesmo? Existem muitas e muitas pessoas que se escondem sem querer se meter em brigas ou heroísmos. E, ali, encontram uma forma de conviver, de serem aceitos, de não se sentirem tão sozinhos. Adorei como a série abordou a questão. Agora que falaram sobre esse mundo desconhecido de aliens escondidos no planeta, acredito que devem aprofundar o tema - começando pelo próximo episódio e as lutas clandestinas interplanetárias. 

O bar acaba sendo uma boa notícia para J'onn J'onzz, que vai para lá, usando sua forma verdadeira. Como Hank mesmo disse, acaba sendo mais fácil ele ficar na forma humana para não assustar as pessoas. No entanto, ver ele abraçando sua forma original, digamos, ao encontrar esse lugar, foi maravilhoso. Ele só não teve muito tempo para se sentir confortável no lugar já que uma bomba cai no seu colo: ele não é o único Marciano na Terra. Conheçam M'gann M'orzz, a Miss Martian dos quadrinhos.

Durante o episódio também tivemos alguns plots menores que envolviam menos aliens: James e Kara em suas vidas profissionais. Os dois precisam aprender a se adequar aos novos empregos e a lidar com Snapper de formas diferentes. James, agora o novo chefe da Cat Co., ainda não sabe fazer reuniões de pauta e realmente ter o respeito como líder de Snapper. O jornalista sai mandando em todo mundo ao invés de deixar James fazer seu trabalho, mas no final acaba sendo colocado em seu lugar novamente. Até agora não teve nada demais, mas acho que pode ser uma boa história para o desenvolvimento do James como personagem. Vamos ver o que ainda vai rolar. 

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Enquanto isso, Kara consegue sua primeira entrevista como repórter e é com Lena Luthor. Apesar de falar o quanto quer melhorar o mundo, Lena acaba contando para Kara sua ideia de vender um 'detector de aliens', basicamente. Kara, é claro, não fica nada feliz - principalmente quando a CEO quer testar o produto nela. No entanto, o principal é o fato de que, querendo ou não, é uma forma de dividir os humanos dos não-humanos, o que faz uma Kara revoltada escrever uma matéria carregada de opinião. 

Em prol do jornalismo imparcial, Snapper, como era de se esperar, briga com Kara por colocar o que pensa ali. Nossa Supergirl demora para digerir, afinal não é fácil para ela não defender os aliens, mas consegue fazer a matéria depois de prender a verdadeira responsável pela tentativa de assassinato da presidente. Ela se torna mais compreensiva e entende que, do ponto de vista de Lena Luthor - que tem um irmão tão maléfico e tentou de tudo para ajudá-lo -, algumas pessoas são más e não vão mudar. Para ela, o que resta, é se proteger. 


O melhor
A discussão sobre minorias e se sentir deslocado.
Maggie, gosto de você. Alguém mais sentiu um clima entre ela e a Alex?
Kara percebendo seus próprios preconceitos.
James se desenvolvendo como personagem.
Plot twist com a presidente. Isso significa que ela é má? Que não é a verdadeira presidente? Ou apenas mais uma refugiada?
Preciso saber como o Mon-El vai lidar com a vida na Terra. Agora!

O pior
Será que a Cat foi embora de vez??

Nota 9,5

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Estou sempre à procura de mais uma série, afinal nunca é demais.

Review: The Flash 3x04 - "The New Rogues"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "The New Rogues", exibido no dia 25/10/16.

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Começamos o episódio com um flashback de três anos antes apenas para nos trazer de volta o Snart, só para dar uma espetada em todo mundo que assiste LOT e estava torcendo para o Flashpoint ter afetado o que acontece lá (mas vamos ignorar LOT, porque senão íamos ter que entender como a viagem do tempo deles não altera nada, mas as do Barry alteram... E os escritores não vão ter resposta), mas não Snart só aparece mesmo no flashback para trazer o vilão dessa semana. Sam Scudder, aka Mirror Master, foi atingido na explosão e passou os últimos três anos preso em um espelho. Para a sorte dele, o tempo não passou lá, então ele só voltou a ter consciência quando alguém resolveu finalmente levantar o espelho e o libertou dessa dimensão. Scudder estava sendo atacado por Snart quando tudo aconteceu e resolve se vingar, mas, como todos sabemos, Snart não está mais por ali.

Mas tudo bem, Scudder logo resgata sua antiga namorada, Rosalind Dillon, aka Top, que também recebeu poderes no mesmo dia e pode causar vertigem nas pessoas. Ela avisa que Snart se foi e agora quem está os impedindo de continuar tudo é só o Flash, mas isso não os impede porque eles têm poderes e tal. Os vilões em si são, como quase sempre, a parte menos importante do episódio, só servindo mesmo como plano de fundo para os personagens. Mas até que dessa vez são interessantes, porque o Scudder tem a capacidade de entrar em qualquer objeto que reflita (deviam ter tentado algo com água, acho que teria sido interessante!), podendo deslizar por essas dimensões. Durante uma das lutas, Jesse está ajudando Barry, ainda tentando aprender a ser super-heroína, acaba atrapalhando, e Barry é preso em um espelho.

Foi engraçado ver o Barry preso no espelho, mas a situação serviu mesmo foi para finalmente dar um alavanco na história da Caitlin. Cisco e Harry tentam descobrir um jeito de tirá-lo dali, inventam uma máquina de congelar, porque acreditam que transformando o vidro em gelo, o Barry vai conseguir ultrapassá-lo (sei lá, não vou fingir que tento entender a parte de pseudo-ciência que eles inventam), só que não conseguem atingir a temperatura necessária. Quando ninguém está olhando, Caitlin vai lá e toca no vidro, congelando-o imediatamente.

Ao final do episódio, não só vemos Harry avisando a Cisco que foi outra coisa que congelou, mas vemos os poderes de Caitlin saindo um pouco do controle. Considerando que eles já sabem sobre a Killer Frost, não deve ser tão difícil assim descobrirem o que está acontecendo com a Caitlin.

HR the flash

Tirando enfrentar os vilões dessa semana, o Team Flash está combatendo um outro grande problema: a saída de Harry e Jesse. Eles mal chegaram e já vão embora de novo, não posso acreditar, nem nenhum dos outros personagens. Todos parecem estar já com saudades dos dois, e ainda estou esperando me explicarem porque exatamente eles precisam voltar. Meu deus, a Terra 1 é muito melhor que a 2 mesmo, deixem disso.

Como solução, Harry sugere que eles escolham outro Wells, já que existem infinitos universos e não é possível que um deles não tenha um Wells entediado a fim de ir para outra Terra ajudar esses migos desconhecidos. Uma boa solução, mas só queria dizer que na verdade eu vou sentir falta mesmo é da Jesse, então acho que deveriam ter encontrado um Wells que trouxesse a filha.

Mas eles não se importam com isso e fazem só uma seleção para Harrys, mandando um “teste” para o multiverso ou algo assim e esperando os candidatos responderem. Essa parte do episódio foi bastante engraçada e eu gostei de ver como todos os Harrys eram tão diferentes, o que me leva a pensar como seriam os outros personagens das séries nesses universos. Mas o mais importante é que eles chegam a um candidato final, que apesar do nosso Harry não gostar muito, acabam chegando à conclusão que é só ciúmes mesmo e o chamando para cá.

Esse novo Harry é bem mais estranho do que o atual, com um senso de humor curioso, cheio de piadas e carisma. Ainda estou meio desconfiada, e talvez seja só porque eu realmente quero que o Harry volte com a Jesse, mas espero que algo dê errado com esse novo Harry. Provavelmente ele vai ser divertido por alguns episódios, mas não sei se vou aguentar até o final da temporada.

Eu imagino que o objetivo dos escritores seja ficar trocando mesmo, já que na primeira temporada tivemos o Wells, na segunda o Harry, e agora o HR, aka Harry 2. Tudo bem, conceito interessante, mas o Harry realmente estava ganhando um lugar no meu coração e não gosto de vê-lo sendo substituído assim.

wally jesse the flash

 Por fim, o romance está no ar em Central City. Principalmente quando se fala da família West.

A começar pelo jovem Wally, que vem flertando com a Jesse desde que os dois conheceram e eu venho morrendo para que os dois se beijassem de uma vez, porque essa chance era muito boa para ser desperdiçada. Logo no início do episódio, Harry já fala sobre voltar para a casa, mas aí é Jesse que não quer, querendo passar mais tempo com Wally e isso logo fica claro quando ela o beija. Mas é óbvio que Wally se afasta e fica “ah, mas você vai para outro universo”, o que, honestamente, acho uma razão SUPER justa. Não estamos falando aqui de cidades ou países diferentes, ela vai literalmente para outro universo. Mas tinha que ter um beijo!

Jesse fica bem decepcionada com essa rejeição e se concentra em só aprender mais com o Barry mesmo, se juntando a ele para lutar contra os vilões. Mas quando ela comete um erro que faz Barry parar dentro do espelho, é Wally que vai confortá-la e, surpresa, um beijo decente! A única coisa ruim é que nós nem chegamos a ver os dois se despedindo, a Jesse só prometeu voltar e foi embora. Por favor, volta logo.

Já para Iris, a vida romântica vai indo bem melhor que a do irmão, ela está namorando Barry oficialmente e os dois são fofos demais. O único problema é que Barry anda meio estranho, não querendo ser afetuoso na frente de Joe, provavelmente porque fica meio incestuoso quando eles lembram que meio que têm o mesmo pai. Ops. Mas eles conversam sobre o assunto, Barry decide se mudar da casa de Joe e eles têm cenas maravilhosas. Achei incríveis as cenas em que a Iris simplesmente começa a rir e no final eles só zoando um ao outro, foi bem natural e como amigos/famílias deveriam ser.

E para Joe não ficar por fora, ele finalmente ganhou um interesse romântico! Ainda não vimos muito dela, mas Cecile apareceu agora, sendo a Disctrict Attorney de Central City (função relacionada ao direito, não sei especificidades) e demonstrou interesse no Joe, agora é só vermos onde isso vai dar.

O Melhor:
+ QUICKWEST!!! Wally e Jesse se beijando finalmente!
+ Westallen são os mais fofos!
+ A parte com os Harrys foi engraçada
+ Gostei do Barry preso no espelhp
+ Avanço dos poderes da Caitlin
+ Finalmente mencionaram o Oliver sem ser de maneira completamente negativa. Será que um dia os escritores de Flash vão parar de falar mal de Arrow? (Sonho)

O Pior:
- Harry e Jesse ficaram muito pouco
- Não confio no Harry 2
- Nem um beijo de despedida de Quickwest


Nota: 9,0

Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Review: Once Upon a Time 6x05 - "Street Rats"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Street Rats", exibido no dia 23/10/2016!
once upon a time 6x05

Finalmente a história dos Saviors. O cargo de salvar o mundo não é necessariamente exclusivo, mas um tanto trabalhosa. Demorou, mas finalmente descobrimos mais sobre Jasmine e Aladdin. Para começar, vemos Emma e Archie na floresta atrás do pássaro vermelho da vidente. Ele tenta impedi-la, afinal não é assim que a terapia devia ser. Ela tenta convencê-lo de que agir e descobrir mais sobre seu futuro é melhor do que ficar parada (não sei nem porque ela não procurou a vidente antes). Os dois se deparam com uma cena desagradável: a morte da vidente. Pois é, achei que ela apareceria mais para alertar Emma, mas pelo visto não. No entanto, se tem uma coisa boa que sai disso é que todos finalmente conhecem Jasmine, já que ela sai correndo da cena do crime. Inocentada rapidamente, Emma e a gangue se foca em encontrar Aladdin. Afinal, se ele estiver bem e vivo, isso significa que Emma também ficará. Certo? 

Conhecemos assim a história de Aladdin... Tudo se inicia como no filme. Aladdin está roubando várias pessoas. Um bolso aqui, uma pulseira acolá. Até que se depara com Jasmine. Nessa versão, ela logo revela ser a princesa e faz uma proposta: Aladdin deve ajudá-la a roubar o 'diamante bruto' para assim salvar Agrabah de Jafar. Simples. Aos poucos a dupla vai se conhecendo. Apesar de ter demorado, Jasmine percebeu que seu povo sofre por causa de Jafar, que esta controlando seu pai e piorando a situação em geral, já Aladdin deixa claro que o povo já sofria antes. Um leve conflito para mostrar a diferença das visões. 

Eles chegam na Cave of Wonders e com um abracadabra da vida, Aladdin consegue abrir a porta. E assim, com um simples toque no diamante gigante do local, Aladdin desperta seus poderes e percebe que ele é o 'diamante bruto'. Jasmine logo o denomina de Salvador. É ele a arma que vai desafiar Jafar. No entanto, como é bem compreensível, ele precisa pensar sobre o assunto. E eis que aparece Jafar e oferece uma escapatória para Aladdin: duas "facas" que podem acabar com seus poderes e tirar a responsabilidade em troca de todo dinheiro que quiser. Parece bom, mas Aladdin resolve acreditar em Jasmine e salvá-la. Preciso falar que a cena foi como se eu revivesse minha infância. Os escritores de Once decidiram manter essa parte igual ao filme, mas só ela. Quem iria esperar que a proposta de Jafar voltasse? Quem esperaria que Aladdin pudesse desistir e usar as "facas"?


once upon a time 6x05 emma

Enquanto isso, a luta continua. Emma continua atrás de Aladdin, mas surge uma pedra no caminho: Archie, ou melhor, a Evil Queen fingindo ser Archie. Ela quer saber o que a vidente falou para Emma então sequestra o terapeuta e resolve causar polêmica. Emma está junto de todos, quando "Archie" chega e revela que ela tem um segredo e deve contar. Grande terapeuta esse daí. Emma, então, não tem escolha e fala sobre as visões que teve. Todo mundo fica meio ressentido e até descobrem que Archie está sumido, mas o foco acaba não sendo esse. Aladdin continua desaparecido e Regina acha uma forma de achá-lo.

Esperançosos por causa da nova porção de Regina, todos vão atrás de Emma, agora conectada com Aladdin. Se os escritores da série não estavam satisfeitos com a taxa de morte do episódio passado e esse, pregam mais uma peça: Emma sente a presença de Aladdin em uma cripta. Ou seja, morte certa. E aí tudo se perde. Jasmine sai devastada e Emma é deixada para pensar sozinha. No entanto, felizmente, contra seus pedidos, Henry volta e fala para a mãe sobre a culpa que sente. Ele a trouxe para Storybrooke. Ele que era culpado pela situação dela. 

Eu sei, pode parecer um pouco de exagero, mas a conexão entre ele e Jasmine foi uma ótima sacada. Os dois despertaram os Salvadores e, sem querer, colocaram-os em um caminho sem volta. Um caminho com um final não muito feliz. Apesar de tudo, Emma percebe as vantagens de tudo que lhe aconteceu. Ela tem sua família de volta, amigos leais e é mãe. Não importa o final, vamos aproveitar o meio. Lindo. 


once upon a time 6x05

Enquanto a cena acontece ainda é difícil engolir a notícia da morte de Aladdin. E quando já estávamos duvidando de toda a nossa infância, eis que Aladdin aparece das sombras. Sério que ele ficou ali olhando a Jasmine sofrer desse jeito? Acho bom ele ter sofrido junto. Bom, o fato é que ele percebe que Emma precisa de sua ajuda e apresenta a solução que encontrou: usar as "facas" para acabar com seus poderes. Não só isso como ele revela que estava na cidade ESSE TEMPO TODO. Desde o começo da primeira maldição. David e Emma tinham problemas maiores do que ir atrás de ladrões, rs. Quem diria? 

Só me pergunto em que momento é a cena da premiere com Aladdin e Jafar. Acho que Aladdin deve ter trabalhado para salvar a todos de Jafar muito tempo antes de ficar decadente e o mago ir visitá-lo. Talvez depois disso ele tenha decidido acabar com seus poderes? Quanto tempo será que Aladdin e Jasmine ficaram sem se ver? Ou se viram nesse meio tempo?

Apesar da saída dada por Aladdin, nossa Emma decide confiar em sua família e tem uma cena maravilhosa. Agora, ela percebe que a falha de Aladdin foi não ter ninguém para carregar o peso da responsabilidade com ele, por isso ela divide com eles que deve ter uma terceira saída. Particularmente, achei bem sensato, afinal na visão ela não usava seus poderes, então quem disse que usar as "facas" não seria exatamente o erro dela?

once upon a time 6x05

Tudo parece que vai ficar bem e ela ainda confia no Hook para jogar as "facas" no mar para eles não usarem (ok, eu achava que ela ia querer só esconder, mas faz sentido) e eis que a surpresinha do final aparece: Hook esconde as "facas" de Emma. Wtf, escritores. O que isso significa? Ele não acredita nela? Achei até que ele era a Evil Queen, mas teriam revelado se fosse, eu imagino. Aposto que alguém vai roubar dele e usar contra ela. E por alguém quero dizer a Evil Queen ou Zelena, nossa mais nova integrante do time de vilões. De novo.


O melhor
A conversa de Henry e Emma sobre não se arrepender de nada. 
Emma finalmente contando tudo e acreditando em sua família. 
A conexão entre Jasmine e Henry foi inteligente. 
O macaco na "Caverna de Maravilhas" é igual a Abu para mim <3
Quando a Jasmine acha que a Emma conhece o Aladdin só por causa do nome.

O pior
- Hook no final, argh.
Um dos anões estava no salão com a Evil Queen e a Zelena, e nem para avisar para galera que elas estavam lá tramando. Está normal assim? Ninguém percebeu que não era a Regina?

Nota 8,6

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Estou sempre à procura de mais uma série, afinal nunca é demais.

domingo, 23 de outubro de 2016

Spoiler Zone: Agents of SHIELD, Supergirl e Arrow!

agents of shield, supergirl, arrow

Agents of SHIELD

Fã: O que vai acontecer com a Simmons depois do encontro com a Daisy episódio passado?
Revista EW: Bom, o próximo teste do polígrafo dela será um pouco desajeitado. "Simmons nunca foi muito boa em mentir," o produtor Jed Whedon disse. "Ela trabalhou infiltrada, mas ela era basicamente uma cientista então tudo que ela tinha que fazer era ser bem entusiasmada, então a põe no perigo. Sem dizer que ela descobriu que seu namorado tem um robô secreto, então eu sinto que será um pouco mais complicado para ela. Eu realmente acho que as ações do Fitz terão consequências." 

Arrow

Fã: Vocês prometeram um spoiler sobre o personagem do Josh Segarra na série, qual é?
EW: O próximo (sétimo) episódio é "onde vamos mais mostrar as cartas na manga em relação ao personagem do Adrian," o produtor Marc Guggenheim fala sobre o homem que eventualmente se tornará Vigilante. "O que é divertido ao escrevermos Adrian, e a maneira como está interpretando o personagem de Josh, é que estamos escrevendo com a ideia de que o público conhece os quadrinhos. Se eles não conhecem, se você não for fã, vai passar desapercebido e não tem problema; é como se fosse uma piada adulta em um filme da Pixar. Mas se você está familiarizado com os quadrinhos, então você vai interpretar certas cenas de uma maneira específica, e isso é divertido para nós. Eu não acho que nunca fizemos isso de uma forma tão boa, usar o que eu chamo de destino dos quadrinhos como parte da história sendo contada."

Supergirl

Fã: Alguma coisa sobre a série?
EW: Se eu entendi bem, a médica má do Cadmus interpretada por Brenda Strong insinuou que Jeremiah Danvers não é exatamente humano, assim como John Corben virou Metallo. "Nós queremos manter o segredo sobre quem e que Jeremiah está vivo," o produtor Andrew Kresberg disse. "Ele está sob controle do Cadmus pelos últimos 12 anos. O Jeremiah que veremos pode não ser o que as pessoas esperam."


Fonte

Mariana Oliveira Sou estudante de Publicidade, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Estou sempre à procura de mais uma série, afinal nunca é demais.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Review: Arrow 5x03 - "A Matter Of Trust"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "A Matter of Trust", exibido no dia 19/10/16.

arrow wild dog

Oliver recrutou um bando de vigilante independente no episódio passado e agora o Team Arrow está mais cheio do que nunca, com Rene (Wild Dog), Evelyn, Curtis e Rory (Ragman) se juntando a Oliver e Felicity. Uhul, com seis pessoas agora vai dar para fazer tudo sem problemas e deixar a cidade mais seguro do que nunca, né? Não é bem assim. Para começar porque eles começam só tendo aulas teóricas mesmo, pelo o que parece, Oliver continua sem ser muito bom em didática e manda os jovens só o observarem e continuarem treinando privadamente.

Até que isso faz sentido em tese, porque antes de sair na rua eles precisariam ser treinados, mas Oliver falha bastante no quesito de explicar seus motivos e ouvir o que o resto do grupo está dizendo. É claro que Rene não fica nem um pouco feliz com isso, porque já estabelecemos que ele é o rebelde do grupo e não aceita ser deixado de lado. Ele pode até ter aceitado fazer parte do Team Arrow, mas ainda não está a fim de ficar obedecendo o Oliver só porque ele mandou.

Não é nenhuma surpresa quando ele vai lá e faz besteira. Junto com Evelyn, ele vai investigar onde uma determinada droga está sendo produzida e acaba resolvendo invadir a produção, matando o chefe do crime nesse meio tempo. A morte é em autodefesa e Rene nem se bala muito com isso, mas acaba gerando problemas quando Oliver descobre, já que a polícia tinha um plano para essa investigação e a morte do cara atrapalhou, e principalmente depois que o Morto volta, tendo reagido quimicamente com os líquidos da droga e ganhando superpoderes (como não sentir dor e talvez mais força? Apesar de ser questionável).

Oliver fica bem irritado com Rene, dizendo que ele precisa poder confiar em cada um deles e desse jeito não funciona, quase deixa todos eles de castigo por causa disso. Depois de tentar enfrentar o moço com poderes sozinho, ter problemas polícias e, como não poderia faltar, conversar com Felicity sobre o assunto, Oliver acaba chegando à conclusão que também tinha errado ali. Afinal, por mais que ele quisesse que o time inteiro confiasse nele e o seguisse cegamente, ele também não estava confiando nos outros.

Ele acaba finalmente aceitando que todos eles partam para a ação e, juntos, eles conseguem combater o mal e tudo mais. O melhor sobre isso foi ver todos interagindo entre si, como por exemplo o Rory e o Curtis conversando durante a missão. Ainda estão bem no inicinho, mas espero que os vejamos virando amigos, porque vivo pra isso.

No fim, Oliver leva todo mundo para o esconderijo oficial, que até o momento só Curtis conhecia, mostrando que agora sim eles realmente fazem parte do time.

arrow 5x03


Mas não é só de combater o crime que vive Oliver, ele ainda é o prefeito da cidade e, com isso, tem que lidar com vários problemas, alguns que ele mesmo criou. Espero que agora ele tem mais quatro vigilantes bebês para ajudá-lo, Oliver tire um tempo para se dedicar ao trabalho, porque fico muito frustrada da série ter feito o Oliver se um prefeito ruim, quando ele foi tão dedicado na temporada passada para conseguir isso.

Thea está trabalhando para o Oliver e basicamente fazendo o trabalho dele, no episódio passado ela resolveu ser uma boa pessoa e ofereceu o trabalho de Deputy Mayor (tipo vice, mas talvez não? Quem entende de política americana? Certamente não eu) para o Lance, mesmo ele tendo tido uma recaída com o alcoolismo. Eu achei uma boa solução, porque o Lance é alguém que confiamos e ele precisa de apoio nesse momento. Mas é claro que o Oliver não vê assim, porque nem estava sabendo disso e tinha mandado a Thea NÃO fazer isso.

Quem também não acha uma boa ideia é a mídia, que é personificada na forma de Susan Williams, uma jornalista suspeita que vai aparecer mais vezes durante essa temporada. Ela mal apareceu, mas já estou revirando os olhos e tendo flashbacks da Isabel na segunda temporada. Susan fala mal do Oliver, criticando a escolha dele para vice. Quando Thea vai tentar resolver o assunto, ela conta para Susan que o Oliver não tinha nada a ver com isso e ela quem tinha tomado essa decisão. Amo a Thea, mas às vezes parece que ela nasceu ontem, que ingenuidade dessa menina, falando isso pra jornalista e achando que não vai ser enganada.

Susan faz outra reportagem dizendo que o Oliver não manda em nada ali e sim sua irmã, e que não tem a mínima ideia do que está fazendo. No final, vemos Thea incorporando a Moira e dizendo para Susan que essa foi a última vez que mexeu com ela. Espero mesmo que seja.

Oliver percebe que isso meio que é verdade e chama uma coletiva de imprensa, dizendo que ele confia em todos na sua equipe para tomar decisões e oficialmente anuncia que o Quentin vai ser seu vice. Yay, fofíssimo! Assuma suas responsabilidades, Oliver!

Só quero dizer que não quero que o Oliver durma com a Susan, que é uma hipótese que vem sendo jogada desde o início da temporada. Se o Oliver fosse ficar com alguma personagem aleatória, podia ser alguém legal pelo menos, né.

Ainda no âmbito político, temos a introdução do novo District Attorney – antiga função da Laurel – o Adrian Chase, que deu uma zoadinha no Oliver, mas foi bem irrelevante nesse episódio. Mas fiquem atentos porque esse ator é o único dos novos que é regular na série, o que é um forte indício que talvez ele seja o Prometheus, grande vilão dessa temporada.

arrow 5x03


Também tivemos um avanço na história da Felicity, apesar de não ter sido nem de perto o suficiente para o meu gosto. Vemos o Oliver conhecendo o Namorado – Malone, mas prefiro me referir a ele apenas como Namorado – apesar de ele não saber sobre o relacionamento dele com a Felicity ainda. Isso não vai muito adiante e não entendi muito o propósito da cena, mas vamos lá.

O que importa mesmo é Rory, o Ragman que conhecemos no episódio passado. Ele é o único sobrevivente de Havenrock, queria matar a moça dona da empresa que produziu o míssil e tudo, e nós vimos que Felicity ainda estava bem abalada com essa situação. Curtis logo percebe que a Felicity está tratando o Rory de maneira estranha, sempre evitando conversar com ele, e depois que o Rory menciona Havenrock, Curtis logo percebe o que está acontecendo e vai falar com a Felicity.

Felicity deixa bem claro que se considera culpada pelo o que aconteceu, já que foi ela que desviou o míssil para a cidade, apesar de Curtis insistir que não foi culpa dela e sim de Darhk, que era quem tinha enviado o míssil para começar, e a aconselha a contar para o Rory, afinal segredos sempre acabam saindo em uma hora ou outra. Felicity fica um pouco receosa, afinal ela não vê porque Rory não iria culpá-la e também porque ele pode tentar matá-la, já que ele tem aquele manto ninja e tudo mais. Curtis pergunta se ela conversou com Oliver sobre isso, e Felicity diz que “eles não têm mais esse relacionamento”, apesar de ser um pouco de hipocrisia, porque eles super ficam conversando sobre outros assuntos. Mas tudo bem, obrigada por me relembrar que eles ainda estão separados. Como se eu precisasse lembrar.

No fim, Felicity conta para Rory, pedindo desculpas com lágrimas nos olhos, mas nem vemos muito a reação dele, ele só sai logo depois de ouvir. Eu adorei ver essas cenas, mas quero mais do que isso! Quero explorar o que a Felicity está sentindo e saber a opinião do Rory também.

deadshot 5x03


Por fim, também temos uma grande parte do episódio voltada para o Diggle. John foi preso por crimes que não cometeu, após terem armado para ele no exército, e no início ele está conversando com Lyla sobre esse assunto, tentando arranjar uma solução. Eles também finalmente mencionam o tal do John Jr. Em Arrow, o que me irritou PROFUNDAMENTE, porque ainda estou muito abalda por eles terem substituído a baby Sara por outra criança aleatória assim. Tragam a baby Sara de volta!!

Durante o episódio inteiro, Deadshot – que quando vimos pela última vez tinha supostamente morrido – está na mesma cela que John, conversando com ele sobre o que tinha o levado ali. Mas como Deadshot pode estar ali se ele morreu? Ele é uma alucinação. Por mais que parte de mim queira gritar porque a) alucinação não funcionam assim e, b) John não tem motivos para TER alucinações para começar, ele não está com nenhuma influência de substâncias psicoativas e ele não é psicótico (pelo menos na minha avaliação, ele não parece ser), então mesmo que ele tenha TEPT, seria improvável que ele tivesse alucinações como sintoma... Mesmo se alucinações aparecessem desse modo, mas eu vou ignorar isso, licença poética e tudo mais, todos nós sabemos que os escritores não fazem a mínima ideia sobre nada.

O que importa é que Diggle está alucinando com Deadshot, que como sabemos é quem ele acreditou – por muito tempo – que tivesse matado seu irmão, e sempre guardou muito rancor sobre esse fato. Agora, John está super culpado por ele mesmo ter matado o irmão, então ele vê e conversa do Deadshot sobre esse assunto, revelando seu próprio sentimento de culpa sobre o que aconteceu.

No final, ele até mesmo diz para Lyla desistir de tentar liberá-lo dali, porque ele acha que merece ser preso. É verdade que Diggle cometeu crimes, e nem falo aqui sobre a morte do irmão, que poderia até ser enquadrada como autodefesa, mas os crimes como vigilante. Mas ele não está sendo julgado por esse motivo, então é irrelevante, nesse caso ele É inocente, e não merece ser preso por isso. É claro que Lyla não fica bem um pouco satisfeita com John desistindo assim e vai chamar o Oliver para ajudá-la, mas isso nós vemos no próximo episódio.

O Melhor:
+ Oliver aprendendo a confiar nos outros migs
+ Felicity contando para o Rory sobre Havenrock
+ Gostei bastante dos vigilantes novos interagindo
+ Oliver como prefeito!
+ LYLA

O Pior:
- Quero baby Sara de novo e não vou me calar sobre isso jamais
- A repórter, chata para caramba
- Ingenuidade da Thea, parece até que não é filha da Moira


Nota: 8,0

Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.


 
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