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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Review: Arrow 5x19 - "Dangerous Liaisons"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "Dangerous Liaisons", exibido no dia 26/04/17.
olicity 5x19


O enredo do Helix finalmente chega ao seu clímax com Felicity finalmente indo contra o próprio Team Arrow. O motivo? Conseguir encontrar Adrian Chase. Ele está sumido há uma semana e Felicity está cansada de não ter nenhuma pista, então, como sempre, acaba pedindo ajuda para o Helix. Alena diz que a Felicity deveria ajudá-los a libertar Cayden James, o fundador do Helix, que foi preso pela ARGUS, e em troca ele tem um dispositivo louco lá que a ajudaria a encontrar Chase.

Tudo isso talvez não tivesse nada muito demais se o cara não estivesse preso justamente pelo ARGUS, ou seja, a comando da Lyla. Felicity acredita que valha à pena soltá-lo em troca de encontrar Prometheus, mas Alena já desconsidera e Lyla também não quer. Ela diz que eles podem encontrar outra forma de prender Chase sem liberar James, que segundo ela é um hacker muito perigoso. As duas acabam entrando em conflito, pois estão em lados opostos, e isso faz com que o Team Arrow, ou mais especificamente Oliver e Diggle, precisem escolher um lado, e eles acabam escolhendo o da Lyla.

Tanto Oliver quanto John consideram o Helix perigoso e acham que a Felicity está errada de se envolver com eles, até mesmo porque no início do episódio Alena chega a matar uma pessoa (o que ela alega ter sido acidente) uma pessoa. Para eles, se envolver com o Helix e tirar uma pessoa potencialmente perigosa da prisão é cruzar uma linha.

Por mais que Oliver tenha feito várias escolhas questionáveis e cruzado todas linhas existentes, ele não quer que a Felicity cometa os mesmos erros que ele. Os dois podem estar em lados opostos nesse episódio, mas isso gerou diversas conversas honestas entre os dois, uma comunicação que não vemos na série há muito tempo. Felicity fala sobre sua opinião, dizendo que Oliver não tem direito de julgá-la e que ele não precisa protegê-la de tomar questões difíceis. Por sua parte, Oliver diz que entende o que ela está dizendo, mas que Chase era responsabilidade dele e que ela não devia vender a alma dela para isso.

Para Felicity, isso é uma questão de confiança, e eu entendo ela. Ela apoiou o Oliver mesmo quando ele estava todo errado ou não tinha nenhuma justificativa pro jeito que estava agindo, e ele não fez o mesmo por ela, tentando pará-la. Eu acredito que dizer que “ele não confia nela” é uma simplificação, porque também tem as questões sobre o Oliver lidar com as consequências de suas ações e não querer que ela lide pelo o que ele já passou.

No fim, Helix dispensa a Felicity por sua ligação com o Team Arrow, mas a entrega o que prometeu. Não vemos a cara de Cayden James, mas algo me diz que ou ele é alguém que conhecemos ou será um vilão importante na próxima temporada (e eles ainda não fizeram casting, por isso ele não apareceu). Mas não consigo ver essas ações não tendo consequências no futuro.

Mas o mais importante mesmo é que Oliver e Felicity finalmente conversaram e colocaram para fora questões – por exemplo, a Felicity achar que ele não confia nela já é algo que ela reclama desde que ele mentiu sobre o William – e agora que estão presos juntos no Bunker, VÃO TER QUE CONVERSAR. Nunca estive tão ansiosa para o próximo episódio quanto estou para esse, juro.

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Mas Oliver e Felicity não foram os únicos personagens a terem uma grande discussão nesse episódio. Lyla teve uma grande participação, por envolver o ARGUS, o que eu sempre adoro, porque simplesmente amo a Lyla e acho que ela é uma ótima personagem. Infelizmente, dessa vez ela e John têm uma briga bem feia por causa do trabalho dela.

ARGUS está mantendo Cayden James como prisioneiro. Só que não exatamente de um jeito legal, já que aparentemente ele é tão bom que não deixa evidências para trás – mas deixou alguma para ser pego – e aí não teve nenhum julgamento formal. Ou seja, Cayden James está tendo seus direitos violados, porque como todos sabemos todo prisioneiro tem direito a um advogado, defesa, julgamento justo, toda essa coisa aí. Eu nunca achei que o ARGUS funcionava totalmente dentro da lei, porque é só ver o que o Oliver fez quando trabalhava para eles, mas parece que isso chocou Diggle de alguma forma.

Lyla tinha prometido ao marido que não ia se tornar a Waller quando assumiu o lugar de diretora do ARGUS, mas, como ela mesma diz, as coisas ficam bem diferentes quando é você quem tem que tomar decisões. Diggle é um dos personagens da série que tem a visão de mundo mais em preto e branco, seguindo firmemente o que ele considera correto, e isso não bate bem com o trabalho que a Lyla fez, que exige uma moralidade muito mais cinza. Pela conversa que os dois têm no final, fica claro que esse já era um problema no primeiro casamento deles, então é uma questão recorrente para os dois.

Por mais que eu ame uma bela discussão de relacionamento, devo dizer que me irritou muito o tema que os escritores escolheram para essa briga, simplesmente porque ele não faz sentido dentro desse universo. É claro que no mundo real prisão ilegal é algo bem sério e que é para ser questionado SIM, mas... Quem é o Diggle para falar qualquer coisa? Não foi ele quem prendeu o próprio irmão no ano passado? Nessa temporada mesmo a Black Siren estava presa. E não vai me falar que o Slade teve algum julgamento, porque duvido muito. O Team Flash tem sua própria prisão de metahumanos dentro do STAR Labs, e eles não tem acesso nem a banheiro, imagina se vão ter advogados.

A questão é que nessa série, eles fazem isso o tempo TODO. Consigo achar mais legítimo a Lyla – que é diretora de uma instituição governamental – prender alguém sem julgamento, do que o Team Arrow, que são só civis, prender alguém (o que teoricamente não é nem prisão ilegal, e sim sequestro e manter em cativeiro, né). E o problema dele não é prender e sim que é ilegal, alguém deveria lembrá-lo que vigilantismo também é ilegal. Tudo o que eles fazem nessa série está moralmente errado, e eu não implico com isso, eles só precisam manter uma consistência no que é certo ou errado para eles. Colocasse a Lyla torturando ou matando alguém, aí sim ia parecer algo bem mais grave.

De qualquer forma, mesmo que não faça muito sentido, fico feliz de ver John e Lyla tendo cenas e um enredo próprio. Só espero que eles consigam resolver isso e não se divorciar de novo, porque ainda estou esperando a Lyla engravidar de novo para que possa ter a baby Sara mais uma vez. Ainda não superei trocarem o bebê para um menino.

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No último núcleo do episódio, temos Quentin e Rene, que estão lidando com trabalho político, acolhendo a família das vítimas de Prometheus e os assegurando que estão fazendo o melhor que podem. Só não sei por que o vice-prefeito que tá fazendo isso, para mim isso era trabalho da polícia, mas tudo bem. Rene está meio sem paciência pro pessoal enlutado, e Lance acaba revelando que sabe sobre o passado de Rene (porque Curtis contou).

Desde que ficamos sabendo que Rene tem uma filha que está acolhida, eu estava esperando para ele conversar com Lance. Afinal, Quentin já perdeu as duas filhas (tudo bem que a Sara voltou à vida, mas ela só fica em LoT), então ele é a melhor pessoa para poder conversar sobre isso, porque ele sabe o que é realmente não ver mais as filhas e pode colocar a cabeça do Rene no lugar.

Rene diz que desistiu de tentar conseguir a guarda de volta, e revela que ele “não é bom para ela”, contando que Zoe tinha se machucado enquanto ele tomava conta dela e estava bêbado, e foi por isso que ele perdeu a guarda para começar. Por mais que eu entenda que ele tem seus próprios conflitos e realmente acho que ele precisa prestar mais atenção, isso foi literalmente um acidente. E nem é como se a Zoe fosse tão pequena, ela parece ter uns dez anos, grande o suficiente para saber que não é para tocar em panela que está no fogão. Acho um pouco estranho perder a guarda só por isso, já conheço muita gente que sofreu acidente bem pior quando era criança, eu mesma já me queimei no forno quando pequena, mas tudo bem.  

Mas Rene prova que nem é um pai tão bom assim, porque ele podia visitar a Zoe e ele não visitou porque NÃO QUIS, achando que era melhor ela ficar com a família acolhedora mesmo. Não tiraria a guarda dele pelo acidente, mas tiraria só por não ter visitado. Há quantos meses a Zoe está sem receber visita alguma? Meu Deus, Rene, faça um esforço para ser um bom pai.

Lance não tem muito empatia pelo Rene, e resolve arranjar para que ele encontrasse Zoe. Quando Rene a vê, ele age como um pai amoroso e, vendo a filha perguntar quando ia poder voltar para casa, acaba se convencendo que devia fazer alguma coisa e resolve finalmente entrar em contato com o advogado que Curtis tinha recomendado. Achei um momento fofo, mas no lugar do Quentin eu teria ficado muito mais irritada com o Rene.

O Melhor:
+ Felicity no Helix!!
+ Oliver e Felicity finalmente reconhecendo seu passado e os problemas que tiveram
+ Sempre amo ver a Lyla
+ Diggle e Lyla discutindo seu casamento
+ Fim da história do Helix
+ Quentin ajudando o Rene

O Pior:
- Hipocrisia do Digg
- Algumas coisas sobre o Helix/Alena ficaram muito suspeitas, era para ser coincidência mesmo?
- Não descobrimos a identidade do Clayden James
- Rene não querendo ver a filha


Nota: 8,5

Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Review: Agents of SHIELD 4x19 - "All the Madame's Men"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "All the Madame's Men", exibido no dia 25/04/2017!

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Em apesar de quatro minutos de episódios, nos deparamos com a seguinte situação: a possível morte de Madame Hydra. Claro que, infelizmente, as coisas não tão fáceis assim - e Aida sendo robô, não pode ser morta dessa forma, mas o fato é que isso agita as coisas. Agora Fitz está no comando e faz questão de pintar a figura de Skye e May serem terroristas para a imprensa. 

Na maior cara de pau, Bakshi (lembram do envolvimento dele na história toda do Whitehall e Raina?) é um âncora de TV e coloca a culpa do prédio destruído do episódio anterior em Skye e May - apesar de que, sim, agora que Daisy está com seus poderes voltando aos poucos, ela foi a responsável por deixar Aida em "coma", digamos. 

As duas se veem sendo perseguidas e vigiadas pelo público até Coulson e Mack irem ajudá-las. Acreditem, elas estavam se virando bem antes disso. Conseguiram contactar a resistência e lutar contra a Hydra. Eu poderia falar que os poderes de Daisy poderiam ter sido mais usados, mas ela usou nos momentos mais cruciais e tem a desculpa da desorientação pós-terrigenesis. 

Depois disso, o primeiro passo foi contra-atacar a Hydra. Aí vemos Coulson se reerguendo como líder na ausência do Mace, o que foi lindo. Até recebemos algum background em que Phil fala que já recusou ser da Shield muitos anos atrás - e nem sabemos quem foi que o chamou -, mas isso impulsiona o professor de história se tornar algo mais. 

É ele que toma as decisões e age pelo bem de todos. Quando Daisy conta que sabe como sair da Framework - graças ao Radcliffe -, Coulson decide que atacariam de duas frentes. Pegariam as filmagens de May como agente da Hydra na operação e contariam a verdade para o público em rede nacional ao mesmo tempo que isso seria uma ótima distração para chegarem até a porta de saída do Framework.

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Eis aí que o episódio nos dá uma pequena história de redenção para Ward. Particularmente, acredito que não tenha funcionado para mim - não sei se as coisas que eles fez são exatamente perdoáveis ou compreensíveis. É muito complicado colocar um assunto delicado assim, mas o Framework foi uma oportunidade de vermos a coisa toda em uma lógica inversa e foi interessante, principalmente quando Daisy aponta que a Skye do Framework seria da Hydra e, mesmo se ela voltasse "a existir", ela poderia não aceitar Ward como sendo Shield. 

Todos temos nossas crenças e certezas, e ver que suas escolhas não forma das melhores é duro. Em algum momento, essas pessoas, fazendo todas essas coisas ruins, acreditavam que estavam fazendo o bem, o certo. É uma loucura se pensarmos bem nisso. 

No entanto, filosofias à parte, o estrago está feito. A Shield oficialmente faz uma jogada perigosa que começa a desestabilizar a Hydra e nos deixa felizinhos. A notícia ruim é que Fitz continua fazendo parte disso, e não será hoje que conseguiremos reverter isso. 

Aida falou uma coisa esse episódio que fez bastante sentido. Antes de ser jogada da sede da Hydra pela Daisy, ela menciona que cada pessoa tem um perfil. Mack é o protetor, May é a guerreira e Fitz é o romântico. Isso me fez pensar que, sim, a presença do pai do Fitz, Alistair, ali influencia muito as ações dele, mas uma das melhores características do Leo atrapalha nesse caso.

Quando ama, Fitz ama para valer. Ele vai fazer qualquer coisa por sua amada. Ele vai mover montanhas, se aventurar em planetas alienígenas e arriscar sua vida. Gostaria muito que esse traço do perfil dele se manifestasse só para Simmons, mas a verdade é que Aida usa esse senso de lealdade dele para conseguir o que queria. Se ele acreditasse que ama Aida, ele faria qualquer coisa que ela pedisse.

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Além disso, como disse, Alistair parece um diabinho no ouvido do Fitz só se certificando que ele vai ser mal o suficiente no dia. O relacionamento deles parece ser baseado nessa constante aprovação do pai, mas conseguimos ver também que é algo instável. Com tudo que aprendeu, Fitz é uma pessoa bem racional, mas, no entanto, quando usa essa dureza com o pai, ele logo repreende. Eu diria que presenciamos alguns momentos desconfortáveis. 

Por fim, enquanto Daisy e May tinham suas aventuras, Simmons sai em uma missão com Trip e descobre os planos de Aida. Vendo as plantas que Trip recuperou da Hydra, Jemma percebe que Aida está construindo algo parecido com que o tio de Robbie contruiu - o que faz bastante sentido se formos pensar que a ideia veio do Darkhold

No final das contas, Aida quer algo muito simples: um corpo humano. E a melhor maneira de fazer isso é conseguir a ajuda do Fitz e criar uma máquina que possibilite isso, por isso toda essa reviravolta de Framework e etc. Com a ajuda do Ivanov-robô, Aida pretende ter um corpo de verdade livre de qualquer programação. 

O que significa que Radcliffe fez alguma coisa certa ao impedir Aida de machucar as pessoas. Quem sabe ele não estava falando a verdade quando disse que criou isso tudo para proteger as pessoas? Ele só foi inocente demais em achar que tudo estaria sempre sob controle. 


O melhor
Coulson tomando a posição de líder. 
"Essa foi a melhor notícia que eu tive hoje", diz Daisy ao descobrir sobre o Trip. <3 <3
Coulson confiando em May sem saber o porquê.
Planos da Aida revelados!

O pior
Fitz, como sempre. (quem diria)
May tadinha se culpando. Estou só vendo que todos vão acordar com problemas emocionais sérios. 

Nota 8,0

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Review: Once Upon a Time 6x18 - "Where Bluebirds Fly"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Where Bluebirds Fly", exibido no dia 23/04/2017!

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Nossos pombinhos estão mais felizes do que nunca. Com Snow e Charming juntos de novo, e Hook de volta, as coisas em Storybrooke estão parecendo prosperar. Apesar da ameaça iminente da Black Fairy, tudo vai bem. Emma e Hook nos ofereceram cenas fofas de abraços e beijos, enquanto Snow se prepara para o casamento da filha. 

Sem poderem fazer muita coisa enquanto Regina, procura pelo resto do 'pedaço de madeira' que Tigrinha deu para Hook para formar uma varinha poderosa, a família Charming mergulha no casamento. Por incrível que pareça, a situação nos proporciona algo inusitado: Charming mal humorado à beira de discutir com Snow. 

Por quê? Bom, o casal discorda sobre o timing do casamento. Snow quer comemorar quanto antes melhor e assim aproveitar os possíveis últimos momentos com a filha antes da Batalha Final, já David prefere ter fé e confiar que Emma vai se casar sem preocupações. No final das contas, Charming acaba convencendo a todos que isso é melhor. 

Por mais que Snow tenha o mantra de que não vale esperar pelo "momento certo" e aproveitar as coisas boas no meio de tudo que há ruim, faz sentido eles irem com calma. Até porque, vamos combinar, não tem como preparar um casamento tão rápido assim. Eles poderiam muito bem continuar escolhendo as coisas sem o casamento ser na mesma semana como um casal normal. Cadê aqueles mesezinhos de noivado?

Enquanto isso, temos Zelena. Parece que foi só falarem na resenha passada sobre o pouco aproveitamento da personagem que ela se reergueu. O plano da Black Fairy acaba envolvendo Zelena e é aí que ela entra na história. A fada maléfica precisa da mágica instável da Zelena, e, por mais que a irmã de Regina se recuse a trabalhar com a fada, ela acaba conseguindo o que queria.

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A conta é simples: Zelena quer provar que é melhor que todos e, por mais que o time do bem tenha decidido esperar pela varinha trazida de Neverland, ela decide agir sozinha. Eu sei que uma relação entre irmãs como elas não deve ser a coisa mais fácil de reparar, existem mágoas e um passado latente, mas Regina logo corta a irmã, o que só aumenta o desejo dela de se provar.

Resultado? Zelena piora as coisas e, ao tentar derrotar a Black Fairy, ela acaba dando parte do seu poder para transformar cristais de mágica do bem em escuridão. Ninguém sabe o papel desses cristais, mas sabem que é essencial para o plano da Black Fairy. 

Preciso admitir que, por mas que Zelena possa ser mais poderosa que a irmã, achei que poderiam ter retratado melhor Regina nas batalhas. Ela mal consegue fazer alguma coisa e já é jogada para longe pelo Gideon ou outra pessoa. A Regina sempre foi poderosa, vai, escritores. Ela podia ter lutado um pouco mais. 

A questão é que a coisa toda deixa Regina ainda mais irritada com Zelena, e a alternativa é Zelena voltar para Oz. Fazendo um grande paralelo com o flashback das aventuras de Zelena em Oz, a bruxa percebe que ela não exatamente nada em Oz que a faça bem. Ninguém que a ame, nenhum amigo. Por isso, ela decide ficar e ajudar Regina.

Como toda boa reviravolta nos contos, Once nos apresentou uma Zelena boa e sua mudança no passado. Ao conhecer Stanum quando mais nova e "do bem", ela o reencontra e não o ajuda quando ele mais precisa. Stanum acaba virando o Homem de Lata das histórias porque ela não quis abandonar seus poderes e assim dar um coração de vidro para o amigo.

Fica claro que Zelena tem sérios problemas de abandono e falta de confiança nas pessoas. Ela não acreditou que o amigo queria seu bem, não confiou que seria forte sem sua magia. Assim, ela decide fazer diferente no presente e usa o coração de vidro para extrair sua magia e assim acabar com o link que fazia os cristais da Black Fairy serem magia negra. 

Quem sabe o relacionamento de Regina e Zelena já não pode melhorar? O afastamento da Zelena é vísivel, ninguém confia exatamente nada, mas ela já se provou algumas vezes. Poderiam dar um pouco de crédito à ela. 

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Por fim, Rumple está tentando achar uma forma de acordar Blue. O assunto é trazido de volta de tal forma que os plots do episódio acabam convergindo nesse ponto. Rumple está sem opções, mas, depois que Zelena consegue fazer os cristais voltarem a ser uma mágica do bem, Emma faz as honras e restaura a vida de Blue. 

Eu até tentei entender como funciona essa mágica que está sob Blue, mas parei de tentar. Achei que só o cristal já seria o suficiente para acordá-la, mas parece que precisam de mais - só não sei o que. De repente, a fada azul se tornou uma peça importante do quebra-cabeças, o que explica o porquê ela logo foi "eliminada". 

Por quê? Bom, ela sabe o verdadeiro motivo da Black Fairy ter abandonado o Rumple. A princípio acho que essa backstory pode trazer uma história de redenção, mas a Black Fairy ficou com medo do Rumple descobrir a verdade, então estou curiosa para saber. Será que ela ganhou seus poderes assim?


O melhor
"Esse navio já partiu e tem um pirata dentro", lol. Snow super empolgada com o casamento. 
Finalmente estamos virando o jogo. 
O homem de lata e o leão covarde na história de Zelena.
Captain Swan fofos.
+ Adorei saber que o Henry já tentou reescrever as coisas, meu tipo de pessoa. 

O pior
Regina podia ter aguentado mais as investidas da Black Fairy, teria feito mais sentido.
- Se tivessem mostrado que se preocupam com a Zelena, ela poderia ter ouvido.
O episódio não teve nada de mais. 

Nota 8,0

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

domingo, 23 de abril de 2017

Spoiler Zone: Agents of SHIELD, Arrow e Once Upon a Time!

agents of shield, arrow, once upon a time

Arrow

Fã: Alguma coisa sobre a série?
EW: O finale vai levar a série a completar o ciclo que iniciamos no episódio piloto - e muito mais! Aqui está o que a produtora executiva Wendy Mericle disse: "Nós conseguimos aterrisar no finale de uma forma legal, que nos permite ver momentos antes de encontrarmos Oliver no piloto, em que ele disparou uma flecha em chamas e fez sinal de fogo, e também um pouco depois disso, alguns momentos emocionantes que não tínhamos visto no piloto."

 
Agents of SHIELD

Fã: Será que o time vai sair do Framework em breve?
EW: Agora que a May devolveu à Daisy seus poderes no Framework no episódio passado, a dupla vai ter que se unir para derrotar Hydra - mas se elas confiam uma na outra é outra história. "Nós podemos realmente ver Daisy e May trabalhando juntas," Chloe Bennet (Daisy) disse. "Sentimos um pouco de nostalgia porque a estética é algo semelhante a primeira temporada por causa do cabelo, mas nós temos May finalmente percebendo que existe algo maior que o Framework e tendo certa intuição sobre isso. É bem divertido ter um reencontro May-Skye salvam o dia, o que foi divertido de gravar porque não fazíamos isso há bastante tempo. Obviamente, não foi tão fácil quanto parece, mas vai ser um episódio interessante para os fãs que são leais desde a primeira temporada." 

Once Upon a Time

Fã: Alguma novidade sobre a Batalha Final de Emma?
EW: O pedaço de madeira que Hook trouxe de Neverland (Terra do Nunca) vai ter um papel importante na Batalha Final. "A Prince Tigrinha tem um papel-chave no que vai acontecer entre a Black Fairy e os outros personagens, especialmente Emma," o produtor executivo Adam Horowitz disse. "É essa pequena ajuda que ela dá que será fundamental." Além disso, alguém vai fazer um grande sacrifício no episódio de hoje para ajudar na derrota da Black Fairy. 


Fonte: Revista EW

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

WTF is... Big Little Lies?

big little lies

Antes de mais nada, aperte o play para começarmos a falar de Big Little Lies em estilo :)

Três mães se aproximam quando seus filhos começam o jardim juntos. No entanto, o que começa com intrigas de mães de subúrbio, que se preocupam com peças de teatro e cuidar da família, se torna em uma história de segredos, intrigas e subversão.

O primeiro episódio nos apresenta ao seguinte fato: houve um assassinato. Quem matou? Quem morreu? Não sabemos. O que sabemos é que tem a ver com a história do trio principal de mulheres: Madeline (Reese Wintherspoon), Jane (Shailene Woodley) e Celeste (Nicole Kidman). 

A minissérie tem uma grande vantagem: depois de somente sete episódios, temos uma história completa. Com um elenco surpreendente, que inclui as maravilhosas Reese Wintherspoon e Nicole Kidman, temos sensação de vermos um longo filme de sete horas. Além do mais, toda a produção tem diretores e roteiristas do cinema conhecidos por filmes como Wild e Clube de Compras de Dallas. 

Preciso que confessar que a primeira coisa que me chamou atenção foi exatamente o nome das atrizes acompanhado do nome de Shailene Woodley, cuja atuação acompanhou o nível. Não é algo que vemos todo o dia. Acompanhei semana a semana ansiosa para saber o que aconteceria, como chegaríamos ao final fatídico. 

O trio nos leva em uma jornada à princípio clássica de mulheres em um subúrbio rico na Califórnia, mas a história é densa, muito mais complexa que isso. Ao longo dos episódios acompanhamos traumas grandes na vida de cada uma e revelações incríveis, além de conhecermos outras mulheres importantes para o enredo. Gostei muito de ver como cada uma ia lidando com as situações - que eram um tanto desagradáveis - e como a série falou sobre cada tema. 


No meio de rivalidades - que podem parecer futeis, entre mães e fofocas -, vamos conhecendo cada vez mais cada personagem. Todas têm seus segredos, mas o maior está no último episódio, quando é revelado quem foi assassinado e quem morreu, e tudo se conecta. 

A série se divide assim entre passado e presente até o dia do assassinato. Admito que imaginei que a investigação da polícia estaria mais presente nos episódios, mas a verdade é que só funcionam como base para entendermos mais a visão externa dos acontecimentos - o que é bem interessante. 

Agora, um dos pontos fundamentais da série são as músicas. A maioria faz parte do iPod da filha de Madeline, Chloe, de sete anos. E, olha, a menina tem um gosto musical maravilhoso. Cada episódio é recheado de canções antigas, que funcionam muito bem com a série e seu clima. Eles chegam ao ponto de ter um episódio inteiro só com músicas do Elvis Presley. Se quiserem conhecer um pouco, tenho certeza que essa lista no Spotify vai ajudar.

Por falar na Chloe, a garota tem sempre ótimas falas e é uma personagem que nos diverte sempre que aparece. O núcleo infantil, que envolve um mistério citado no primeiro episódio, se mostra interessante e gera curiosidade, complementando bem a história das mães.

big little lies

A adaptação do livro de mesmo nome de Liane Moriarty rendeu muito bem na série, a ponto de já estarem questionando se, afinal de contas, haveria uma segunda temporada. Independente disso, como dizia na resenha da série no Portal G1, "Vai, amigo leitor, amiga leitora, bora assistir. Nunca te pedi nada."

Quer ver o trailer? >> aqui ó <<


*Trigger Warning. É importante deixar avisado que a série contém cenas de violência sexual e física.

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Review: Agents of SHIELD 4x18 - "No Regrets"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "No Regrets", exibido no dia 17/04/2017!

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Fitz matou alguém e precisamos aprender a lidar com isso. Eu sei, ainda não consigo absorver que ele tenha feito algo assim, não só isso como é difícil entender o que aconteceu para torná-lo tão diferente, mas, como Radcliffe diz, dependendo das circunstâncias, todos temos a capacidade de fazer essas coisas terríveis. 

Por mais positiva que eu seja, acredito que faz bastante sentido. Não acho q seja por causa uma única coisa, uma só frase, mas eu diria que certos momentos em nossas vidas e as consequências deles podem sim afetar ao extremo. 

No caso de Fitz, foi seu pai. Como já tinha suspeitado, a mudança crucial na vida de Leo foi a presença do pai em sua vida, que conhecemos melhor no episódio. Longe da mãe, ele aprendeu a não ter empatia alguma e 'não ser covarde', além de outras coisas piores, provavelmente. A deturpação de toda lógica é clara, afinal Fitz acha que está do lado certo das coisas. Derrubar um prédio cheio de jovens, torturar pessoas, matar mulheres indefesas? Sem problemas. 

O que torna as coisas ainda mais complicadas é que ele sabe da existência do outro lado e a distorção só piora - por mais que Daisy tente fazê-lo perceber a realidade. Fitz é insistente e chega a irritar. Por um momento chegamos até a achar que ele se sente arrependido por ter matado Agnes, mas o pai dele logo o faz mudar de ideia.

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"[...] Ela te ama."
O pior é que, cada vez mais, Fitz está se tornando o vilão número 1 da história. Me preocupa bastante que ele comande a Hydra no episódio que vem (trailer). Ninguém exatamente lembrou da vida real, então estamos conseguindo aliados muito mais por empatia do que pela lembrança - com exceção de Coulson. Então me pergunto como Fitz vai despertar. 

Eu sei, a resposta óbvia é a Simmons, mas no próprio episódio passado eu achei que vê-la ia fazer alguma diferença, mas não tivemos indicações disso. Por favor, aconteça logo. Quero discurso bonito sobre quão bem a Simmons o conhece. Quero nosso Fitz de volta. E, o pior, é que nem acho que vamos conseguir depois de tudo que aconteceu. 

Já nossa Daisy está sendo despedaçada aos poucos. Ela tenta convencer Fitz e se vê destruída pelo amigo, sem ter muito sucesso. Ela até consegue conversar com a Aida, mas é seu emocional que é destruído dessa vez. Madame Hydra vende o sonho de morar ali para Daisy. Já imaginou acabar com seus arrependimentos? Já imaginou viver feliz para sempre com Lincoln

Seria lindo, mas às vezes o que queremos não é o que precisamos, Daisy responde. Por mais segura que parecesse é claro que a escolha mexe bastante com ela. Felizmente, ela acaba percebendo que Radcliffe está na sala do lado da sua e consegue em pedaço importante de informação: a saída escondida desse lugar.

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De outro lado, Simmons já não tem tanto sucesso. Ela não ganhou a confiança de Mace e luta para fazê-lo entender sua realidade falsa. Ela fica impaciente achando que nenhuma missão é tão importante quanto salvar Daisy e encontrar o caminho para casa, mas, ao longo do episódio, ela começa a conhecer mais sua nova realidade. 

É bem interessante que AoS aborde essa lado das coisas. Por mais que seja uma realidade criada, ela é tão real para as pessoas ali que você não pode simplesmente ignorar isso. Todos os sentimentos e sensações são bem verdadeiros. Cada história ali é bastante real. Real o suficiente para aquelas pessoas terem suas prioridades e planos. É Mace quem balança Simmons para que ela perceba isso tudo. 

Ela observa Mack e Hope (melhor criança) e consegue sentir o amor que existe naquela relação. Se formos parar para pensar, a verdade é que, sim, aquilo não deixa de ser real, sabe? Um dos maiores desejos de Mack era ter tido essas oportunidade na vida real, ele amava a filha em qualquer universo. Por mais que os fatos tenham mudado, não tem como apagar isso. Assim como gostei bastante de ver Simmons lidando com Ward. Ela nunca o perdoaria tão facilmente e foi significativo ver sua relação com esse Ward renovado. 

Mace quer salvar um prisioneiro agente da Shield e, por mais que pense em salvar Daisy, seu foco está em ajudar seu amigo. Com a ajuda de Coulson, assim, ele consegue chegar até um campo de 'reabilitação' da Hydra. Juro que a melhor surpresa do episódio foi descobrir quem era o tal amigo. Galera, apresento-lhes Trip maravilhoso e soberano.

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É Trip que tem planos secretos da Hydra e ajuda Coulson a ir atrás de seus ex-alunos para tentar salvá-los. Por sua vez, Mace encontra uma adversária: May. Por pura ironia do destino, ela está sob o efeito de uma droga semelhante a que Jeffrey tomava para ter superforça. Apesar de tudo, ela acaba sendo derrotada, mas, sob ordens do Fitz, decide explodir o prédio todos estavam indo salvar os adolescentes. 

O prédio era um lugar sinistro de manipulação. Simmons e Ward aparecem para ajudar, enquanto Mace, Coulson e Trip tentam ajudar os jovens a sair dali. Infelizmente, quando AoS nos dá alguns momentos com Trip, ela tira outro personagem de nossas vidas. 

Mace fica para trás em prol de todos. Ele sustenta o prédio para que todos sejam salvos, para que esses jovens não tenham que sofrer esses abusos, para que eles tenham uma chance de recomeçar. Ele fica e inspira May. Melinda não sabia que usavam esses jovens e percebe que não conhecia de verdade seus inimigos. 

Ela vê nos olhos de Mace a vontade de ajudar, a vontade de lutar pelo que é certo, os sacrifícios. É por isso que, sim, perdemos Jeffrey, mas ganhamos May do nosso lado. É por isso que May induz o processo de terrigenesis em Daisy. É por isso que May decide ajudar Daisy a fugir. 


O melhor
Coulson tendo uma sensação entranha perto do Ward, lol. E lembrando do apelido do Trip!
TRIP <3
Simmons e suas questões sobre o Framework. 
May ajudando a Daisy no final :')
Queremos Hope e Tripp no mundo real, pls
Semelhanças com o 2x10, afinal Trip voltou e Daisy passou pela terrigenesis

O pior
Argh, como superar esse Fitz? E o pai dele, então?
Como ousa Aida falar do Lincoln e brincar com Daisy assim?
Morte do Mace. 

Nota 8,8

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Review: Once Upon a Time 6x17 - "Awake"

Atenção: A resenha abaixo contém spoilers do episódio "Awake", exibido no dia 16/04/2017!

once upon a time 6x17

Ok, esse episódio foi com certeza cheio de grandes emoções. Depois de estarem separados por quase metade da temporada, Charming e Snow finalmente têm a chance de se reencontrarem. O caminho, é claro, não é sem tropeços e barrancos. Nosso casal insiste em estar com a Emma na batalha que está para vir, e a solução que encontram é testar qualquer que seja o experimento que Regina esteja preparando. 

A coisa toda não corre conforme o esperado e eles só pioram a situação. Agora, ao invés de revezarem a maldição, Snow e Charming têm até o final do dia para reverterem tudo ou cairão em sono profundo juntos. É nessa hora que resolvem pedir ajuda de Emma, Henry e Regina. David se lembra que uma flor rosa com 'poeira de fada' já o ajudou uma vez e pode ser a resposta para ele voltar para a amada.

Assim, entra em cena Snow e suas habilidades com caça para encontrarem a tal flor. A pergunta é: se a flor apareceu no fundo do vídeo de Snow, por que simplesmente não foram até o local em que ela estava? Sério que essas pétalas voarem do meio da floresta até lá sozinhas assim? Estranho. 

O fato é que a busca nos permite o primeiro encontro entre a Black Fairy e Emma. De um lado a cara do mal, fonte de todas a obscuridade; de outro, o produto de um amor verdadeiro, destinada a salvar à todos. Temos a luta luz e escuridão novamente, e dessa vez acho que não vamos conseguir convencer o outro lado a mudar, como aconteceu com Regina. 

O encontro, no entanto, é rápido. Apenas para acabar com mais um dos planos. Com a ajuda de Gideon, a Black Fairy acaba com a fonte de flores rosas que Emma e Snow tinham acabado de encontrar. Felizmente, quando a esperança estava quase acabando, Emma encontra uma última flor sobrevivente - o suficiente para nosso casal favorito reatar.

once upon a time 6x17

No meio disso tudo, temos um pequeno momento entre Emma e Charming que vale a pena comentar. Emma pergunta como os pais conseguem lidar tão bem com essa separação quando ela mesma perde as esperanças de vez em quando. É nesses momentos que vemos o quanto o amor entre Snow e Charming é forte, ao mesmo tempo que é triste pensar o quanto eles se 'acostumaram' a lidar com separações desse tipo.

A verdade é que, no começo, achei que me irritaria eles estarem nessa maldição por tanto tempo, mas percebi que os dois estavam sempre juntos, de certa forma. O balanço e participação de cada foi feito de uma maneira que conseguimos nos manter bem ao longo desse processo todo. Foram dez episódios de pura expectativa, expectativa essa que usarem muito bem para dar uma apavorada na gente no final do episódio.

Enquanto isso, os flashbacks inovaram de forma significativa. Pela primeira vez somos levamos a um tempo muito próximo ao começo da série em Storybrooke. Já se passaram dez anos que a maldição foi lançada por Regina e, no meio do looping do cotidiano, a tal flor rosa aparece e faz Snow e Charming acordarem da maldição mais cedo. 

Achei bem esperto dos escritores. Nada como um quase sucesso antes de voltarem ao blasé da maldição para quebrar nossos corações, e a forma como foi feito então... Enquanto Snow tenta despistar Regina, David vai atrás de Rumple para pedir ajuda. Ele reluta um pouco, mas logo relembra seu passado e ajuda o casal com uma simples dica e diz que a flor é a resposta para tudo. 

Apesar da felicidade em saber que reencontrarão a filha, eis a parte que faz nossos corações quebrarem. Os Charmings precisam fazer uma escolha bem difícil: ficarem com Emma, mas impedirem que ela vire a Salvadora e liberte a cidade da maldição; ou tomarem uma poção para esquecerem e esperarem que a filha os salve. 

A escolha poderia ser fácil para alguns, mas não para eles. Por mais que finjam não ouvir Rumple e quase realmente irem atrás de Emma - a ponto de a verem através do portal -, Snow e Charming sabem que tem famílias assim como as deles que merecem ter essa reunião também. Elas merecem ter a mesma felicidade que querem, e eles sabem que a melhor opção - e mais dolorosa - e deixar Emma crescer sozinha. Agora vou ali no canto dar uma choradinha, tchau.

once upon a time 6x17

Os dois se sentem culpados pelo passado, e isso até explica o jeito dos dois no episódio. Mesmo quando Snow revela essa parte da história para Emma, ela entende o sacrifício dos pais. É nesse momento que Snow decide fazer um último sacrifício. Quando finalmente respiramos aliviados pensando que Snow e Charming ficaram juntos finalmente, Snow decide fazer um último sacrifício: dá a flor para Emma usar para salvar Killian, afinal a magia permite quem se ama se reencontrar. 

Por quê? Bom, a sombra de Hook aparece por Storybrooke carregando seu gancho e um pedaço de madeira, o que significa que Hook só pode estar em uma enrascada daquelas. Ninguém daria nada para o pedaço de madeira, mas é ele que vai salvar Emma da Black Fairy, segundo a Princesa Tigrinha/Lily. 

Tivemos a honra de conhecer mais um dos personagens de Peter Pan na série. Lily não só é uma índia que acaba ajudando Hook a escapar dos Lost Boys como é um fada que renunciou seu posto por causa da Black Fairy. Fala sério, como não amar as reviravoltas de Once?

Lily sabe a importância do pedaço de madeira e pede a ajuda de Hook a entregá-lo para a Salvadora. Para isso, eles tentam distrair os Lost Boys e conseguirem que a sombra de Hook o leve para Storybrooke, mas Killian acaba sendo capturado e decide mandar a sombra para ajudar Emma. 

Os últimos dez minutos de episódios foram completamente intensos, em que basicamente resolvemos um monte de problemas que se acumulavam durante os episódios anteriores para assim estarmos prontos para a Batalha Final. Não posso deixar de ficar feliz. Adoro quando os mal entendidos se resolvem e vemos famílias se reunirem. 

Depois de toda a má sorte do mundo, Emma consegue encontrar Hook com a ajuda da flor e o traz para casa. Além disso, Snow e Charming recebem uma segunda chance. Assim como eles se sacrificarem pela felicidade dos outros, Regina dá a ideia de que todos da cidade dividam a maldição do casal, assim diluindo seus efeitos. A cena por ser meio brega, mas, vamos combinar, é fofo pensar que todos ali estavam dispostos a ajudá-los dessa maneira. É claro que não vou nem comentar - já comentando - que faltou um monte de gente ali para tomar a poção, mas pelo menos tivemos Gepeto, Leroy, Granny e Archie para relembrarmos.

once upon a time 6x17

Por fim, com a Black Fairy ainda a solto, fica aí a dúvida sobre qual será o próximo passo nos planos da vilã. Ela até faz uma visita para Rumple e Belle, que aparentemente está morando com o Rumple de novo, porque né. Gideon finalmente revela que estava trabalhando para a avó e não mostra muitos sinais que é contra os planos da fada. Felizmente, nossas esperanças se renovam ao ver como Rumple percebeu que o filho estava sendo manipulado. 

Mais uma vez também foi reclamar da falta de ação da Belle. Realmente gostaria que ela fosse mais até o filho, tentasse atacar a Black Fairy de alguma forma, não sei. Senti falta. A única coisa que amenizou foi ver que Rumple, pelo menos, não está sendo facilmente comprado pelas ameaças da mãe. 


O melhor
A cidade retribuindo seu amor.
Snow e Charming trabalhando juntos. 
Que flashback foi esse, meu coração. 
Hook voltou! Com a ajuda de Lily ainda!
David perdoando o Killian. 
Pedido de casamento número dois. 

O pior
Faz alguma coisa, Belle. 
Certas buracos nas histórias. 

Nota 9,5

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

domingo, 16 de abril de 2017

Spoiler Zone: Once Upon a Time, Supergirl e Agents of SHIELD!

agents of shield, supergirl e once upon a time

 
Once Upon a Time

Fã: Como o Hook vai reagir quando souber da Black Fairy em OUAT?
EW: Bom, depende se Hook vai voltar para Storybrooke (shhh, ele vai voltar sim). "Ela é essencialmente a maldade definitiva," Colin O'Donoghue (Hook) disse. "Ela é o ápice da maldade que vimos na série. Hook não conheci muito o que está acontecendo porque ele ficou um tempo fora. O que Hook está mais preocupado é sobre a Batalha Final e o que vai acontecer com Emma, porque seja como for, ela previu sua morte. É da mulher que ele ama que estamos falando, e nós estamos muito perto de acontecer, por isso é mais sobre descobrir como ele pode voltar para ajudá-la e encontrar uma maneira de impedir sua morte."

 
Supergirl

Fã: Novidades sobre o finale?
EW: Com Rhea determinada a voltar para a Terra e se vingar de Supergirl, e Cadmus ainda como perigo eminente, o Garota de Aço vai estar bastante ocupada próximo ao finale. "Ela vai ter que descobrir como balancear isso tudo," Melissa Benoist (Kara) disse. "Talvez tenham pessoas que ela terá que se aliar e pessoas que serão claramente seus inimigos, então haverá um pouco de malabarismo." 

Agents of SHIELD

Fã: Alguma chance de redenção para o Fitz?
EW: Quem que disse que veremos o Fitz real de novo? (Shh, tenho certeza que o veremos de novo). Mas, por enquanto, a pergunta é se Simmons vai conseguir trazer esse lado bom dessa versão do Fitz. "'O Doutor' não vê suas ações como algo fora do limite," os criadores da série Jed Whedon e Maurissa Tancharoen disseram. "Esta versão do Fitz é claramente capaz de atos horrendos, mas ainda é um mistério de ele é capaz de remorso ou não." 


Fonte: Revista EW

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

sábado, 15 de abril de 2017

WTF is... 13 Reasons Why?

13 reasons why

Clay Jensen (Dylan Minnette) recebeu uma caixa com sete fitas cassetes de Hannah Baker (Katherine Langford), assim como instruções severas de ouvir e passar adiante. Só tem um problema: Hannah Baker está morta. Ela se suicidou duas semanas antes.

Em 13 Reasons Why, nova série original da Netflix, Hannah lista os motivos – e, inclusive, os indivíduos – que a levaram a tomar uma decisão tão drástica. Ao receber as fitas, Clay se torna, portanto, nossa “estrela guia”. Mas ele não está sozinho nessa missão. Hannah Baker, obviamente, tem um papel muito importante nessa história.

Ela está presente em cada fita, em cada minuto, em cada memória. Sua morte, ironicamente, lhe dá a visibilidade negada em vida.

Conforme a história vai se desenrolando, descobrimos todos os nomes mencionados nas fitas. Existem, é claro, atitudes mais condenáveis e menos condenáveis, embora todas tenham machucado Hannah. Existem, inclusive, atitudes criminosas.

As “treze razões”, diga-se de passagem, não são necessariamente o motivo do suicídio, mas contribuíram de uma forma ou de outra no desfecho trágico. Clay tenta, a todo custo, entender o sofrimento de Hannah. E, mais importante, qual papel o próprio Clay desempenhou nele.

13 reasons why

Outros dois indivíduos merecem atenção: a mãe, Olivia Baker (Kate Walsh), e o pai, Andy Baker (Bryan D’Arcy), de Hannah. Eles não receberam um único bilhete. E sua luta incansável para descobrir o que levou a filha a cometer suicídio é, simultaneamente, admirável e entristecedora.

Uma cena dolorosa de se assistir ocorre logo no início da série: Olivia tem de esvaziar o armário da filha. Uma missão facilitada devido ao armário conter pouca coisa; não têm fotos, adesivos ou qualquer símbolo de ownership. Nada ali o destaca como pertencente, nos últimos anos, à Hannah Baker.

Personagens como Justin Foley (Brandon Flynn), Jessica Davis (Alisha Boe) e Alex Standall (Miles Heizer) também foram bem desenvolvidos e fleshed out na série. De mal entendidos e babaquices da adolescência a lares e relações abusivas (e muito mais), esses indivíduos são, de certa forma, humanizados.

Infelizmente, Ryan Shaver (Tommy Dorfman) e Sheri Holland (Ajiona Alexus), por exemplo, não foram tão trabalhados – e isso fica óbvio. Outros, ainda, podem vir a ser mais explorados em uma 2ª temporada, como é o caso de Tyler Down (Devin Druid).

13 reasons why
Hannah Baker (à esquerda) e Jessica Davis (à direita)
Essa série não é só mais uma “série teen”, como críticos e internautas tem tentado caracterizá-lo (de forma negativa, diga-se de passagem). Com assuntos sérios – suicídio, sexismo, slut-shaming, cyberbullying, entre outros – inseridos na trama , 13 Reasons Why é muito atual. E talvez necessária. Só no Brasil, ela encorajou mais pessoas a pedir ajuda, além de encorajar a criação de um site com números de emergência em todo mundo. Uma diferença dessas só é sentida no momento em que um assunto visto ou considerado tabu, como os citados acima, entra na esfera pública.

Se ainda não está 100% convencido/a, checa só essas matérias (cuidado, possíveis spoilers à frente) do The Huffington Post Brasil e do  El PaísQuer mais? 13 Reasons Why está com uma média de 4,6 no AdoroCinema, 9,1 no IMDB e 9 no Rotten Tomatoes.

Aos interessados, no entanto, um aviso: a série contém cenas extremamente gráficas de violência sexual e suicídio. A Netflix colocou avisos no início dos episódios mais pesados, mas é importante avisar mesmo assim. Se você acha que isso pode ser um gatilho para você, não veja. Se você tem depressão, não veja de jeito nenhum! Foram feitos diversos argumentos sobre os efeitos nocivos que a série pode ter nesses casos. 

> TRAILER <


Thaís Cabral - Estudante de Publicidade, pseudo-escritora, leitora compulsiva e chocólatra. Gosto de séries de TV (americanas e/ou britânicas), filmes e anime/mangá.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Review: Agents of SHIELD 4x17 - "Identity and Change"

Atenção: a resenha abaixo contém spoilers do episódio "Identity and Change", exibido no dia 11/04/17.

agents of shield 4x18
 
E continuamos mais um episódio no universo alternativo de Agents of HYDRA. Se você achou que tudo se resolveria rapidamente e logo todos iriam acordar, está enganado, porque ao que tudo indica ficaremos aqui por algum tempo.

Simmons e Daisy se reencontraram, mas isso não ajuda em muita coisa, já que seu botão de volta para casa não funciona mais. Daisy até conseguiu fazer com que Coulson se lembrasse dela no episódio passado, mas pelo o que parece não foi uma memória total, ele tem fragmentos de sua vida real, mas é apenas isso, fragmentos, o suficiente para ele notar que havia algo de errado no mundo, mas longe demais para ser útil. Pelo menos é mais uma pessoa que podem confiar, já que no momento só temos elas duas, Coulson e, para minha infelicidade, Ward. Por mais que nem Daisy nem Jemma queiram confiar no Ward, ele parece realmente ter os interesses da “Skye” como prioridade, e não é como se elas tivessem muitas outras alternativas.

A melhor chance que elas têm é encontrando o Radcliffe, o único problema é que Coulson tinha pesquisado sobre ele e ele tinha sumido do mapa há um tempo. É aí que entra o Ward. Ele faz parte da resistência, o que significa que ele tem recursos fora da HYDRA. Enquanto Daisy avi até a HYDRA procurar informações sobre onde Radcliffe está, Jemma e Coulson vão encontrar um contato da resistência.

Para a surpresa de Simmons, eles são levados exatamente para o quartel da SHIELD, agora comandada por ninguém mais, ninguém menos que Patriot, Jeffrey Mace. Não sei se aqui ele é inhuman de verdade ou não, mas ele é o líder da resistência e é todo desconfiado de Jemma e Coulson. Simmons está super sem paciência para essas pessoas que não a conhecem, principalmente quando ela é a única ali que sabe como salvar todo mundo, mas não tem credibilidade. Mas o importante é que – com o endereço que a Daisy providencia e a ajuda do Ward – ela consegue um Quinjet, e vai junto com Ward e Coulson procurar Radcliffe em uma ilha onde ele está escondido para que eles possam finalmente ir embora desse mundo.

agents of shield identity and change

Como podíamos esperar, as coisas com Radcliffe não vão tão bem quanto o esperado. Não só Radcliffe diz que ele não sabe como voltar, o jeito que ele tinha a Aida já deve ter destruído, mas que perdeu totalmente o controle das coisas, que esse mundo não é como ele imaginou e ele só quer ficar em paz com a Agnes. Ele fala sobre como esse mundo é tudo que a Agnes tem e ela não lembra de nada do outro mundo, e agora também é tudo que ele tem, já que a Aida o matou.

Antes que Simmons possa tentar conseguir algo a mais, a HYDRA chega, tendo descoberto que alguém chegou na ilha, e Simmons, Coulson e Ward precisam se esconder. Madame Hydra e Evil!Fitz chegam atrás dos invasores, que eles sabem ser a Jemma, e usam o Radcliffe para tentar descobrir onde eles estão. O bom dessa cena é que finalmente descobrimos mais do porquê a Aida ter se tornado a Madame Hydra, ela diz que se sentiu usada como um objeto e que foi escravizada pelo Radcliffe. Parece que no fim, Mack tinha razão: robôs sempre acabam se tornando do mal e se voltando contra os humanos. Ela odeia que Radcliffe a chame de Aida, porque ela diz que não é artificial e sente muita raiva de todos da SHIELD, motivo para ela ter feito tudo isso.

Ela também andou alimentando esse Fitz com mentiras, dizendo que existe um outro mundo, mas faz parecer como se fosse um universo alternativo real, e não que esse seja dentro de um computador. O Fitz desse universo está muito confuso e chega inclusive a ameaçar Agnes – que não tem nada a ver com isso, coitada – dizendo para o Radcliffe contar onde os invasores estão. Ver a Jemma assistir essa cena foi doloroso, porque ela tinha certeza que o Fitz nunca machucaria uma inocente como a Agnes e impediu que o Ward o matasse, só para que o Fitz ignorasse tudo o que Radcliffe disse e matar a Agnes a sangue frio. Ele diz que sabe muito bem quem ele é e não gosta da ideia de que esse não é o mundo real. Por mais que eu entenda que esse não é o Fitz de verdade, preciso dizer que nunca mais vou olhá-lo da mesma forma. Fico com pena da Simmons por isso. Imagina saber que o homem que você ama poderia se tornar alguém assim? Eu não sei se eu conseguiria continuar com ele depois disso.

agents of shield hope

E não foi só Fitz que quebrou nossos corações nesse episódio. Também tivemos uma linda parte com Mack e Hope. Depois de uma temporada inteira, finalmente entendi a utilidade de trazer a Hope para a série e só quero morrer. Minha mente irracional diz para ignorar tudo e vamos continuar esse universo só para que a Hope ainda exista. Como assim, Deus, matou essa criança absolutamente fofa na vida real? Estou muito triste.

Hope é a menina mais adorável e Mack é um pai muito dedicado. Aida utiliza seu conhecimento – pelo menos foi o que eu entendi – sobre o mundo real, e aí faz com que Mack e Hope sejam levados para interrogatório só para poder se aproveitar do medo de Mack para fazê-lo ficar contra a Daisy. Eles fazem com que Mack fale com a Daisy como se lembrasse do mundo real, só para que ela admitisse ser da SHIELD e, portanto, da resistência. E então Daisy acaba sendo levada a força para ser torturada, por quem? Pelo Fitz. Sério, espero que eles consigam dar uns tapas no Fitz, meu deus, que raiva dele. Vou sentir pena pela culpa que ele vai sentir quando voltar a si mesmo, mas no momento só estou com ódio. Como ele pode olhar nos olhos da Jemma e não se lembrar?! Torturar a Daisy assim, sem nem se importar? E a May também.

Mack foi manipulado, porque tinha medo que se ele não colaborasse eles fossem fazer algo com a Hope, então eu não o culpo por nada. Até mesmo porque acho que essas pessoas não estão acima de torturar uma criança só para conseguir o que querem. Mas mesmo assim, Mack se sente mal quando vê Daisy sendo levada e Hope dizendo que a Daisy tinha sido legal com ela. A única coisa boa disso é que Mack procura a resistência, chegando à conclusão que não consegue mais simplesmente abaixar a cabeça e fingir que está tudo bem. Desculpa aí, mas só quero dizer que Mack é literalmente a melhor pessoa nesse universo alternativo. Coloquem-no como novo diretor da SHIELD, ele é o único merecedor.

Eu não sei mais quanto tempo eu aguento viver nessa angústia. Preciso que pelo menos um (1) personagem se lembre da verdade no próximo episódio, ou eu vou morrer.

O Melhor:
+ Coulson falando sobre sabonetes
+ Ver a resistência
+ Hope, melhor criança. Vem pro mundo real, não sei como, mas vem!
+ Mack, melhor adulto.
+ Explicações sobre a Madame HYDRA e como o mundo ficou tão ruim

O Pior:
- Fitz. Fitz é O pior, simplesmente o pior ever.
- Sério, fico bem chateada por terem feito isso com o personagem. COMO o Fitz teria se tornado tão cruel?
- Não acredito que o Ward está sendo uma boa pessoa. Não precisamos de redenção para ele, tchau. Por que ele não podia ter o papel do Fitz e aí eu podia continuar odiando só quem eu já odeio? Perguntas que não querem calar. Não ligo se não ia ter graça.


Nota: 8,5

Flávia Crossetti - Estudante de psicologia, carioca, feminista, leitora compulsiva, pseudo-escritora e viciada em mais séries do que deveria.


 
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