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sexta-feira, 21 de abril de 2017

WTF is... Big Little Lies?

big little lies

Antes de mais nada, aperte o play para começarmos a falar de Big Little Lies em estilo :)

Três mães se aproximam quando seus filhos começam o jardim juntos. No entanto, o que começa com intrigas de mães de subúrbio, que se preocupam com peças de teatro e cuidar da família, se torna em uma história de segredos, intrigas e subversão.

O primeiro episódio nos apresenta ao seguinte fato: houve um assassinato. Quem matou? Quem morreu? Não sabemos. O que sabemos é que tem a ver com a história do trio principal de mulheres: Madeline (Reese Wintherspoon), Jane (Shailene Woodley) e Celeste (Nicole Kidman). 

A minissérie tem uma grande vantagem: depois de somente sete episódios, temos uma história completa. Com um elenco surpreendente, que inclui as maravilhosas Reese Wintherspoon e Nicole Kidman, temos sensação de vermos um longo filme de sete horas. Além do mais, toda a produção tem diretores e roteiristas do cinema conhecidos por filmes como Wild e Clube de Compras de Dallas. 

Preciso que confessar que a primeira coisa que me chamou atenção foi exatamente o nome das atrizes acompanhado do nome de Shailene Woodley, cuja atuação acompanhou o nível. Não é algo que vemos todo o dia. Acompanhei semana a semana ansiosa para saber o que aconteceria, como chegaríamos ao final fatídico. 

O trio nos leva em uma jornada à princípio clássica de mulheres em um subúrbio rico na Califórnia, mas a história é densa, muito mais complexa que isso. Ao longo dos episódios acompanhamos traumas grandes na vida de cada uma e revelações incríveis, além de conhecermos outras mulheres importantes para o enredo. Gostei muito de ver como cada uma ia lidando com as situações - que eram um tanto desagradáveis - e como a série falou sobre cada tema. 


No meio de rivalidades - que podem parecer futeis, entre mães e fofocas -, vamos conhecendo cada vez mais cada personagem. Todas têm seus segredos, mas o maior está no último episódio, quando é revelado quem foi assassinado e quem morreu, e tudo se conecta. 

A série se divide assim entre passado e presente até o dia do assassinato. Admito que imaginei que a investigação da polícia estaria mais presente nos episódios, mas a verdade é que só funcionam como base para entendermos mais a visão externa dos acontecimentos - o que é bem interessante. 

Agora, um dos pontos fundamentais da série são as músicas. A maioria faz parte do iPod da filha de Madeline, Chloe, de sete anos. E, olha, a menina tem um gosto musical maravilhoso. Cada episódio é recheado de canções antigas, que funcionam muito bem com a série e seu clima. Eles chegam ao ponto de ter um episódio inteiro só com músicas do Elvis Presley. Se quiserem conhecer um pouco, tenho certeza que essa lista no Spotify vai ajudar.

Por falar na Chloe, a garota tem sempre ótimas falas e é uma personagem que nos diverte sempre que aparece. O núcleo infantil, que envolve um mistério citado no primeiro episódio, se mostra interessante e gera curiosidade, complementando bem a história das mães.

big little lies

A adaptação do livro de mesmo nome de Liane Moriarty rendeu muito bem na série, a ponto de já estarem questionando se, afinal de contas, haveria uma segunda temporada. Independente disso, como dizia na resenha da série no Portal G1, "Vai, amigo leitor, amiga leitora, bora assistir. Nunca te pedi nada."

Quer ver o trailer? >> aqui ó <<


*Trigger Warning. É importante deixar avisado que a série contém cenas de violência sexual e física.

Mariana Oliveira Sou Publicitária, Beatlemaniaca e Coldplayer. Toco piano e praticamente vivo de séries e livros. Acho que começo uma série nova toda semana. 

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